Catálogo geral da Biblioteca particular de "António e Zaida" - Leiria. - O endereço desde 2012 é: http://az-biblioteca.blogspot.com/
11/12/2010
262 - Olhai os lírios do Campo
Erico Veríssimo nasceu em 17 de Dezembro de 2005, Brasil. É de ascendência portuguesa.
«Prémio Machado de Assis» 1954 da Academia Brasileira de Letras
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ed. 1973,
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Erico Veríssimo,
Olhai os lírios do Campo,
romance
Vários - Mário Zambujal
488
619 - à noite logo se vê
1105 - Primeiro as Senhoras
1333 - Já não se escrevem cartas de amor
694 - Fora de mão
-
4 livros que passam, a partir de agora, a incluir a base de dadps digital.
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1548 - Talvez; 1549 - Pedaços de Mim
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1546 - O livro de Ouro do Natal
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Este é um dos livros da Biblioteca que já devia ter dado entrada no respectivo registo há muitos anos.Faz-se agora, que estamos em vésperas do Natal de 2010.
Ed. Verbo
1978
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O Livro de ouro do Natal
09/12/2010
1545, 1540, 1541, 1542 - livros
1545 -
1540 - O Sonho do Celta
Mario Vargas Llosa
Prémio Nobel Da Literatura 2010
1541 - Viagem Marítima com Dom Quixote
Thomas Mann
Nasceu em Lubeck, em 1875 e morreu em Zurich, em 1955. Entre as suas obras-primas, salientam-se A Montanha Mágica e Morte em Veneza. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura, em 1929
1542 - histórias daqui e dali
Luis Sepúlveda
Porto Editora 2010
1540 - O Sonho do Celta
Mario Vargas Llosa
Prémio Nobel Da Literatura 2010
1541 - Viagem Marítima com Dom Quixote
Thomas Mann
Nasceu em Lubeck, em 1875 e morreu em Zurich, em 1955. Entre as suas obras-primas, salientam-se A Montanha Mágica e Morte em Veneza. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura, em 1929
1542 - histórias daqui e dali
Luis Sepúlveda
Porto Editora 2010
30/11/2010
1535 - Sôbolos rios que vão
António Lobo Antunes
Ed. D. Quixote
2010
-
Romance 2ª edição
Ed. D. Quixote
2010
-
Romance 2ª edição
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1539 - O Poder das ervas Aromáticas
Guia enciclopédico sobre
100 melhores ervas aromáticas e medicinais
com todas as informações necessárias à utilização de cada planta no jardim, na cozinha ou em casa-
DK-Civilização editores Lda.
Av. Dr Antunes Guimarães Porto
ed. 2007
100 melhores ervas aromáticas e medicinais
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22/11/2010
1538 - Almada Negreiros - col Pintores Portugueses
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A capa encontra-se reproduzida neste endereço (aqui).
Autor do texto:
André SilveiraNº 11v da colecção:
Pintores Portugueses
A capa encontra-se reproduzida neste endereço (aqui).
Autor do texto:
André SilveiraNº 11v da colecção:
Pintores Portugueses
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Almada Negreiros,
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12/11/2010
1534 - POEMAS - Versão Portuguesa
POEMAS de
Bertolt Brecht
Ed. ASA 2007
Tem um texto de Jorge de Sena na badana da capa, em que escreve, a finalizar:
"...Considerado um dos maiores dramaturgos do séc- XX, Brecht foi também um grande poeta, quer na poesia que escreveu a vida inteira, quer nos poemas que intercalou - como outros passos em verso - nas suas peças; e, em alemão, a sua importância e influência como poeta vivo, com Trakl e Benn, a transcender a de Rilke."
Bertolt Brecht nasceu na Alemanha, em Augsburgo, em 1898, filho de um industrial, estudou Medicina, e serviu na Primeira Guerra Mundial nos serviços de saúde.
Morreu em 1956 em Berlim (Berlim Leste, na altura).
Versão Portuguesa de Paulo Quintela
Bertolt Brecht
Ed. ASA 2007
Tem um texto de Jorge de Sena na badana da capa, em que escreve, a finalizar:
"...Considerado um dos maiores dramaturgos do séc- XX, Brecht foi também um grande poeta, quer na poesia que escreveu a vida inteira, quer nos poemas que intercalou - como outros passos em verso - nas suas peças; e, em alemão, a sua importância e influência como poeta vivo, com Trakl e Benn, a transcender a de Rilke."
Bertolt Brecht nasceu na Alemanha, em Augsburgo, em 1898, filho de um industrial, estudou Medicina, e serviu na Primeira Guerra Mundial nos serviços de saúde.
Morreu em 1956 em Berlim (Berlim Leste, na altura).
Versão Portuguesa de Paulo Quintela
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10/11/2010
1531 - Vil de Souto
ed. Labouré Lima
Setembro de 2001
Edições Muiraquitã
Niterói
Brasil
emailto:edmuiraquita@aol.com
Este livro contém um capítulo dedicado à família Pessanha à qual me refiro no meu blogue http://dispersamente.blogspot.com/ num post editado em 2010 a propósito da Quinta do Barreiro em Couto de Cima, Viseu.
Ver pág. 113/114
Livro oferecido pelo Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Viseu para o autor do blogue, que agradece.
Idem, os restantes livros registados nesta data sob a etiqueta, "livros sobre Viseu".
Setembro de 2001
Edições Muiraquitã
Niterói
Brasil
emailto:edmuiraquita@aol.com
Este livro contém um capítulo dedicado à família Pessanha à qual me refiro no meu blogue http://dispersamente.blogspot.com/ num post editado em 2010 a propósito da Quinta do Barreiro em Couto de Cima, Viseu.
Ver pág. 113/114
Livro oferecido pelo Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Viseu para o autor do blogue, que agradece.
Idem, os restantes livros registados nesta data sob a etiqueta, "livros sobre Viseu".
!531 e seguintes - Livros sobre freguesias de Viseu
registo 1532
registo 1530
Registo 1533
O autor informa-nos sobre Viseu de Portugal e Viseu do Brasil, melhor Viseu-Pará.
Narra-nos histórias tradicionais em dois capítulos intitulados respectivamente: Viseu de Portugal e Viseu do Brasil - Enlaces e Desenlaces, Intercâmbio Possível e Desejável em Lusofonia e elementos visuais (fotos, mapas, desenhos, etc.)
As histórias tradicionais, privilegiando espaços, personagens e casos vise(u)enses, revelam imaginários populares (crenças, contos, lendas, fábulas e mitos, etc.), forjados através dos tempos, especialmente por portugueses,índios, brasileiros e africanos.
Ed. Palimage
2010
Apoios:
Câmara Municipal do Concelho de Viseu
Governo Civil do Distrito de Viseu
Juntas de Freguesia do Concelho de Viseu
...
Prefeitura Municipal de Viseu do Pará
Stúdio Mendes/Viseu do Pará
registo 1530
Registo 1533
O autor informa-nos sobre Viseu de Portugal e Viseu do Brasil, melhor Viseu-Pará.
Narra-nos histórias tradicionais em dois capítulos intitulados respectivamente: Viseu de Portugal e Viseu do Brasil - Enlaces e Desenlaces, Intercâmbio Possível e Desejável em Lusofonia e elementos visuais (fotos, mapas, desenhos, etc.)
As histórias tradicionais, privilegiando espaços, personagens e casos vise(u)enses, revelam imaginários populares (crenças, contos, lendas, fábulas e mitos, etc.), forjados através dos tempos, especialmente por portugueses,índios, brasileiros e africanos.
Ed. Palimage
2010
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Câmara Municipal do Concelho de Viseu
Governo Civil do Distrito de Viseu
Juntas de Freguesia do Concelho de Viseu
...
Prefeitura Municipal de Viseu do Pará
Stúdio Mendes/Viseu do Pará
09/11/2010
1529 - Amadeo de Souza Cardoso
Col. Pintores Portugueses - nº 10
Autora do texto: Catarina Alfaro
Licenciada em História da Arte, Mestre em Museologia e Património,
ed. 2010
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pintura
02/11/2010
01/11/2010
1527 - Casa do Distrito de Leiria (em Lisboa)
Ana Bela da Silva Vinagre
Ed. Folheto -
Leiria 2008
Porque não fundar na capital um Centro em que os Leirienses se avistem e se conheçam? Um apelo.
«O Mensageiro» abre um inquérito.
Ed. Folheto -
Leiria 2008
Porque não fundar na capital um Centro em que os Leirienses se avistem e se conheçam? Um apelo.
«O Mensageiro» abre um inquérito.
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ed. folheto
1526 - LER - Livros & Leitores
Revista de Maio 2010
Círculo de Leitores/Bertrand
Rui Ramos sobre o pessimismo de Alexandre Herculano
A páginas 42 a 45:
Alexandre Herculano, o desaparecido
Em 1867, o expoente máximo da política e da literatura portuguesas renunciou à vida pública remetendo-se às tarefas de lavrador em Vale de Lobos, nos arredores de Santarém. O que se passou, afinal, com o autor de Eurico, o Presbítero?
Um ensaio original em ano de bicentenário do nascimento de Alexandre Herculano.
Arqº:
caixa AA060
Círculo de Leitores/Bertrand
Rui Ramos sobre o pessimismo de Alexandre Herculano
A páginas 42 a 45:
Alexandre Herculano, o desaparecido
Em 1867, o expoente máximo da política e da literatura portuguesas renunciou à vida pública remetendo-se às tarefas de lavrador em Vale de Lobos, nos arredores de Santarém. O que se passou, afinal, com o autor de Eurico, o Presbítero?
Um ensaio original em ano de bicentenário do nascimento de Alexandre Herculano.
Arqº:
caixa AA060
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revistas
28/10/2010
26/10/2010
20/10/2010
1523 - Semanário "Região de Leiria" - nº 3839 - 15OUT2010
Novo Design - 1º exemplar da nova série
Pág. 56
Villa Portela
Os segredos da família Charters d´Azevedo
-
Última página
O poder de Sócrates está na comunicação
António José Laranjeira
Pág. 56
Villa Portela
Os segredos da família Charters d´Azevedo
-
Última página
O poder de Sócrates está na comunicação
António José Laranjeira
1520 - A República das Artes
Literatura + CD ALFREDO KEIL
Centenário da República 1910-2010
Literatura
Entre JUNQUEIRO e PESSOA
Fernando Pinto do Amaral
-
As Músicas da República I
A herança musical da Monarquia Constitucional
Rui Vieira Nery
-
CD ALFREDO KEIL
Ana Ferraz
soprano
Gabriela Canavilhas
piano
Centenário da República 1910-2010
Literatura
Entre JUNQUEIRO e PESSOA
Fernando Pinto do Amaral
-
As Músicas da República I
A herança musical da Monarquia Constitucional
Rui Vieira Nery
-
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Ana Ferraz
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Gabriela Canavilhas
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16/10/2010
1521 - LEIRIA - Roteiros Republicanos
Acácio de Sousa
Ed. QUIDNOVI - 2010
Centenário da República 1910-2010
Se a clivagem entre monárquicos e republicanos era, a nível da imprensa, aparentemente insanável, também os próprios monárquicos se combatiam.
Na cidade as acusações não passavam da "guerra da caneta", mas nos arredores tornavam-se usuais os distúrbios motivados por vinganças entre os diferentes caciques locais, sobretudo nas feiras ou em festas de arraial, digladiando-se O Leiriense e O Districto de Leiria nas acusações das causas dos motins e da sua repressão, sendo comum que tanto dirigentes monárquicos oposicionistas, como republicanos se envolvessem entre si e todos contra as forças do poder.
Ed. QUIDNOVI - 2010
Centenário da República 1910-2010
Se a clivagem entre monárquicos e republicanos era, a nível da imprensa, aparentemente insanável, também os próprios monárquicos se combatiam.
Na cidade as acusações não passavam da "guerra da caneta", mas nos arredores tornavam-se usuais os distúrbios motivados por vinganças entre os diferentes caciques locais, sobretudo nas feiras ou em festas de arraial, digladiando-se O Leiriense e O Districto de Leiria nas acusações das causas dos motins e da sua repressão, sendo comum que tanto dirigentes monárquicos oposicionistas, como republicanos se envolvessem entre si e todos contra as forças do poder.
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11/10/2010
1519 - Antologia de Autores Portugueses
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Livro comprado na Feira das Velharias - Leiria, em 9 Out 2010 - 7,50€
Pertenceu à aluna que se identifica como
Maria Luisa Portugal e Castro d´Orey
Nº 750 3º ano A
Ed. Livraria Popular de Francisco Franco
Anos 60 séc. XX
Termina com Bernardo Santareno
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02/10/2010
1515 - A Casa, a Escuridão
José Luís Peixoto
Poesia
este livro. passa um dedo pela página, sente o papel
como se sentisses a pele no meu corpo, o meu rosto.
Poesia
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como se sentisses a pele no meu corpo, o meu rosto.
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poemas
1513 - J.L. Saldanha Sanches
Saldanha Sanches (1944-2010)
Lembrar José Luís Saldanha Sanches
A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem honra em patrocinar uma simples homenagem à memória do Professor José Luís Saldanha Sanches. Faço-o também a título pessoal, pois conheci-o recentemente e ainda tivemos tempo de fazer amizade. O seu último livro foi-lhe pedido pela Fundação. Cumpriu, literalmente até ao fim, a sua palavra.
Nos últimos anos de vida, era cada vez mais frequente e desejada a sua presença no espaço público e, designadamente na televisão, na rádio e na imprensa escrita. Atento às questões da decência e da moralidade nos assuntos de Estado, os seus comentários eram os de um verdadeiro Provedor informal. O povo ouvia-o e tinha confiança nele. Duas qualidades simples. Mas excepcionalmente difíceis.
António Barreto
Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos
Lembrar José Luís Saldanha Sanches
A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem honra em patrocinar uma simples homenagem à memória do Professor José Luís Saldanha Sanches. Faço-o também a título pessoal, pois conheci-o recentemente e ainda tivemos tempo de fazer amizade. O seu último livro foi-lhe pedido pela Fundação. Cumpriu, literalmente até ao fim, a sua palavra.
Nos últimos anos de vida, era cada vez mais frequente e desejada a sua presença no espaço público e, designadamente na televisão, na rádio e na imprensa escrita. Atento às questões da decência e da moralidade nos assuntos de Estado, os seus comentários eram os de um verdadeiro Provedor informal. O povo ouvia-o e tinha confiança nele. Duas qualidades simples. Mas excepcionalmente difíceis.
António Barreto
Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos
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José Luís Saldanha Sanches,
relógio d´Água ed
1514 . Justiça Fiscal
J. L. Saldanha Sanches
Fundação F M dos Santos
ed. 2010
O Estado contemporâneo alimenta-se de impostos pagos pelas empresas e pelos cidadãos. Neste ensaio sobre justiça fiscal pretende-se reflectir sobre o eterno problema da repartição da carga tributária entre os contribuintes: tributar mais os rendimentos ou mais o consumo? Conceder benefícios fiscais? A quem?
A questão da justiça fiscal é também o problema da despesa pública descontrolada e do efeito no aumento dos impostos gerado por fenómenos como a corrupção e a fraude fiscal, que crescem com apoio em leis complexas, tribunais formalistas e sigilo bancário encobridor.
Contracapa do livro
Fundação F M dos Santos
ed. 2010
O Estado contemporâneo alimenta-se de impostos pagos pelas empresas e pelos cidadãos. Neste ensaio sobre justiça fiscal pretende-se reflectir sobre o eterno problema da repartição da carga tributária entre os contribuintes: tributar mais os rendimentos ou mais o consumo? Conceder benefícios fiscais? A quem?
A questão da justiça fiscal é também o problema da despesa pública descontrolada e do efeito no aumento dos impostos gerado por fenómenos como a corrupção e a fraude fiscal, que crescem com apoio em leis complexas, tribunais formalistas e sigilo bancário encobridor.
Contracapa do livro
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1512 - Domingos Sequeira - pintores portugueses
Hugo Xavier
livro 4
colecção pintores portugueses
"Pintor de transição do século XVIII para o século XIX, do Neoclassicismo para o Romantismo, Domingos António de Sequeira procura ser dado a conhecer ao longo do presente volume. Através dele reconstitui-se um interessante percurso de vida, analisa-se uma obra reveladora de novos valores em ascenção e as opções estéticas, políticas e religiosas de um artista singular e assumidamente do seu tempo.
O clima de constante tensão em que viveu e que o levou muitas vezes a comportamentos contraditórios reflecte-se no seu trabalho e explica a sua predilecção por alegorias de cariz político e composições religiosas, numa permanente aspiração a um mundo melhor.
O percurso de Sequeira é igualmente assinalado pela sua faceta de retratista, de pintor de história e de notável desenhador em projectos vários, manifestando grande versatilidade.
Para além destes aspectos centrais da carreira do artista, há a salientar a sua fase final, onde se destacou por revelar surpreendentes e fantasmáticos dotes de colorista."
livro 4
colecção pintores portugueses
"Pintor de transição do século XVIII para o século XIX, do Neoclassicismo para o Romantismo, Domingos António de Sequeira procura ser dado a conhecer ao longo do presente volume. Através dele reconstitui-se um interessante percurso de vida, analisa-se uma obra reveladora de novos valores em ascenção e as opções estéticas, políticas e religiosas de um artista singular e assumidamente do seu tempo.
O clima de constante tensão em que viveu e que o levou muitas vezes a comportamentos contraditórios reflecte-se no seu trabalho e explica a sua predilecção por alegorias de cariz político e composições religiosas, numa permanente aspiração a um mundo melhor.
O percurso de Sequeira é igualmente assinalado pela sua faceta de retratista, de pintor de história e de notável desenhador em projectos vários, manifestando grande versatilidade.
Para além destes aspectos centrais da carreira do artista, há a salientar a sua fase final, onde se destacou por revelar surpreendentes e fantasmáticos dotes de colorista."
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1511 - Livro
José Luís Peixoto
Quetzal - 2010
«Não têm conta as vezes que me disseram: Livro, posso ler-te?
Rio-me dessa gracinha com o umbigo.»
Quetzal - 2010
«Não têm conta as vezes que me disseram: Livro, posso ler-te?
Rio-me dessa gracinha com o umbigo.»
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José Luís Peixoto
25/09/2010
1510 - Soneto já Antigo e outros Poemas
Álvaro de Campos
Ed. Ática
ed. 2009
Coitado do Álvaro de Campos!
Tão isolado na vida! Tão deprimido nas sensações!
Coitado dele, enfiado na poltrona da sua melancolia!
Coitado dele, que com lágrimas (autênticas) nos olhos,
Deu hoje, num gesto largo, liberal e moscovita,
Tudo quanto tinha, na algibeira em que tinha pouco, àquele
Pobre que não era pobre, que tinha olhos tristes por profissão.
Coitado do Álvaro Campos, com quem ninguém se importa!
Coitado dele que tem tanta pena de si mesmo!
Ed. Ática
ed. 2009
Coitado do Álvaro de Campos!
Tão isolado na vida! Tão deprimido nas sensações!
Coitado dele, enfiado na poltrona da sua melancolia!
Coitado dele, que com lágrimas (autênticas) nos olhos,
Deu hoje, num gesto largo, liberal e moscovita,
Tudo quanto tinha, na algibeira em que tinha pouco, àquele
Pobre que não era pobre, que tinha olhos tristes por profissão.
Coitado do Álvaro Campos, com quem ninguém se importa!
Coitado dele que tem tanta pena de si mesmo!
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1509 - Josefa de Óbidos
Col. pintores portugueses
Ed. Público
Autor: Carla Alferes Pinto
Ed. Quidnova/Público
A pintura, tal como outros aspectos da vida, passa por modas.
Em determinadas épocas valoriza-se um autor, um género ou uma técnica que depois caem em desuso. A pintura de Josefa de Óbidos tem sobrevivido incólume a esses obstáculos.
(...)
Texto de Carla Alferes Pinto
Josefa de Ayala Cabrera
Século XVIII
Ed. Público
Autor: Carla Alferes Pinto
Ed. Quidnova/Público
A pintura, tal como outros aspectos da vida, passa por modas.
Em determinadas épocas valoriza-se um autor, um género ou uma técnica que depois caem em desuso. A pintura de Josefa de Óbidos tem sobrevivido incólume a esses obstáculos.
(...)
Texto de Carla Alferes Pinto
Josefa de Ayala Cabrera
Século XVIII
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1508 - Almanaque 1945 "O SECULO"
Almanaque de "O Seculo" 1945
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14/09/2010
1507 - Grão Vasco - col. Pintores Portugueses
Sofia Lapa
2º de uma colecção de 15 livros "Público"
Percurso e Obra dos Grandes Nomes da Pintura Portuguesa
Grão Vasco
Um pintor português do Renascimento
Século XVI
2º de uma colecção de 15 livros "Público"
Percurso e Obra dos Grandes Nomes da Pintura Portuguesa
Grão Vasco
Um pintor português do Renascimento
Século XVI
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1506 - Nuno Gonçalves col. Pintores Portugueses
Pedro Flor
Pintor Régio de D. Afonso V
Instituto de História da Arte
-
Desde 1910 com a publicação de Nuno Gonçalves por José de Figueiredo, muitos têm sido os autores que escreveram sobre este importante pintor régio de D. Afonso V.
1º de uma série de 15 livros de uma colecção "Público" «Pintores Portugueses»
Pintor Régio de D. Afonso V
Instituto de História da Arte
-
Desde 1910 com a publicação de Nuno Gonçalves por José de Figueiredo, muitos têm sido os autores que escreveram sobre este importante pintor régio de D. Afonso V.
1º de uma série de 15 livros de uma colecção "Público" «Pintores Portugueses»
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11/09/2010
1505 - Barreira e a sua História
António Borges da Cunha
II Volume
ed. Folheto
ed. 2010
II Volume
ed. Folheto
ed. 2010
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1503 - Júlio Dantas - Uma Vida, Uma Obra, Uma Época
1503
autor:
Luís de Oliveira Guimarães
Ed. Romano Torres
31 de Maio de 1963
Um trabalho biográfico sob a vista de um admirador de Júlio Dantas, desde criança.
Leu na A Capital, todos os folhetins de Júlio Dantas e e foi através do presidente da direcção da Casa do Algarve que em Maio de 1952, o autor deste livro foi o orador duma sessão comemorativa por alturas duma homenagem a Júlio Dantas.
autor:
Luís de Oliveira Guimarães
Ed. Romano Torres
31 de Maio de 1963
Um trabalho biográfico sob a vista de um admirador de Júlio Dantas, desde criança.
Leu na A Capital, todos os folhetins de Júlio Dantas e e foi através do presidente da direcção da Casa do Algarve que em Maio de 1952, o autor deste livro foi o orador duma sessão comemorativa por alturas duma homenagem a Júlio Dantas.
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Luís de Oliveira Guimães
1504 - TERRA LUSA
1504
TERRA LUSA
Livro de Leitura para o 1º ciclo liceal
6ª edição
Rodrigo Fernandes Fontinha
Ed. Domingos Barreira - Porto
Comprado num Alfarrabista em Monte Gordo em Junho de 2010 por 1 Euro.
Pertenceu a
Maria Quitéria da Silva Rego
Aluna nº 87 do 1º ano
Colégio Luso-Britânico de Elvas
Tem a data de 19 de Outubro de 1949
Raúl Brandão
Alberto Pereira de Almeida
Poemas de
Afonso Lopes Vieira
João de Deus
António de Azevedo Castelo Branco
Augusto Gil (Luar de Janeiro p. 142)
Alexandre Herculano (Lendas e Narrativas)
Vilhena Barbosa (as Cidades e Vilas da Monarquia Portuguesa que têm brasão de armas - p. 161-163)
António Nobre
textos
Guilherme Gama
Emília de Sousa Costa
Venceslau de Morais
TERRA LUSA
Livro de Leitura para o 1º ciclo liceal
6ª edição
Rodrigo Fernandes Fontinha
Ed. Domingos Barreira - Porto
Comprado num Alfarrabista em Monte Gordo em Junho de 2010 por 1 Euro.
Pertenceu a
Maria Quitéria da Silva Rego
Aluna nº 87 do 1º ano
Colégio Luso-Britânico de Elvas
Tem a data de 19 de Outubro de 1949
Raúl Brandão
Alberto Pereira de Almeida
Poemas de
Afonso Lopes Vieira
João de Deus
António de Azevedo Castelo Branco
Augusto Gil (Luar de Janeiro p. 142)
Alexandre Herculano (Lendas e Narrativas)
Vilhena Barbosa (as Cidades e Vilas da Monarquia Portuguesa que têm brasão de armas - p. 161-163)
António Nobre
textos
Guilherme Gama
Emília de Sousa Costa
Venceslau de Morais
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06/09/2010
1502 - MAR - Antologia
Sophia de Mello Breyner Andresen
7ª Edição
Poesia
Selecção e Organização de
MARIA ANDRESEN DE SOUSA TAVARES
-
ed. CAMINHO
-
Tem um Posfácio escrito por Fernando de Sousa Tavares, em 1994(??
7ª Edição
Poesia
Selecção e Organização de
MARIA ANDRESEN DE SOUSA TAVARES
-
ed. CAMINHO
-
Tem um Posfácio escrito por Fernando de Sousa Tavares, em 1994(??
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05/09/2010
1501 - DOZE NAUS
MANUEL ALEGRE
Publicações Dom Quixote
2007
Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus 2008
-
"
O poema vai e vem. E se demora
não quer dizer que seja demorado
mas que tem como tudo a sua hora
e como tudo é sempre inesperado.
(...)"
Publicações Dom Quixote
2007
Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus 2008
-
"
O poema vai e vem. E se demora
não quer dizer que seja demorado
mas que tem como tudo a sua hora
e como tudo é sempre inesperado.
(...)"
1500 - O HOMEM DO PAÍS AZUL
Manuel Alegre
Contos
-
6ª edição -
2008
-
"Ninguém sabia ao certo quem ele era nem de onde tinha vindo. É de Aqui, diziam uns. De Acolá, diziam outros. Por vezes alguém insinuava: talvez tenha vindo do Além. Ele, porém, sorria. Em certas noites de festa, dizia displicente:
- Sou de um país azul."
(...)
Contos
-
6ª edição -
2008
-
"Ninguém sabia ao certo quem ele era nem de onde tinha vindo. É de Aqui, diziam uns. De Acolá, diziam outros. Por vezes alguém insinuava: talvez tenha vindo do Além. Ele, porém, sorria. Em certas noites de festa, dizia displicente:
- Sou de um país azul."
(...)
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1499 . Os Cus de Judas
António Lobo Antunes
27ª edição
-
Romance
1ª ed. em 1979
2º Romance escrito por Lobo Antunes.
Começa assim:
Do que eu gostava mais no Jardim Zoológico era do rinque de patinagem sob as árvores e do professor preto muito direito a deslizar para trás no cimento em elipses vagarosas sem mover um músculo sequer, rodeado de meninas de saias curtas e botas brancas, que, se falassem, possuíam seguramente vozes tão de gaze como as que nos aeroportos anunciam a partida dos aviões, sílabas de algodão que se dissolvem nos ouvidos à maneira de fios de rebuçado na concha da língua.
(...)
27ª edição
-
Romance
1ª ed. em 1979
2º Romance escrito por Lobo Antunes.
Começa assim:
Do que eu gostava mais no Jardim Zoológico era do rinque de patinagem sob as árvores e do professor preto muito direito a deslizar para trás no cimento em elipses vagarosas sem mover um músculo sequer, rodeado de meninas de saias curtas e botas brancas, que, se falassem, possuíam seguramente vozes tão de gaze como as que nos aeroportos anunciam a partida dos aviões, sílabas de algodão que se dissolvem nos ouvidos à maneira de fios de rebuçado na concha da língua.
(...)
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30/08/2010
1498 - O Ano de 1993
José Saramago
Prémio Nobel
3ª Edição - 2007
Ed. Caminho
«...porque screvendo homem do que nom he certo, ou contara mais curto do que foi, ou fallara mais largo do que deve; mas mentira em este volume, he muito afastada da nossa voomtade.»
FERNÃO LOPES
Prémio Nobel
3ª Edição - 2007
Ed. Caminho
«...porque screvendo homem do que nom he certo, ou contara mais curto do que foi, ou fallara mais largo do que deve; mas mentira em este volume, he muito afastada da nossa voomtade.»
FERNÃO LOPES
1497 - Provavelmente Alegria
José Saramago
Poesia
5ª edição - 1999
Ed. Caminho
«Cada um de nós é por enquanto a vida.
Isso nos baste.»
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1496 - Materiais para construção de um espanador de tristezas
Ondjaki
Materiais para construção de um espanador de tristezas
2ª edição - 2010
Ed. Caminho
Poesia
«tinha aprendido que era muito importante
criar desobjectos.
certa tarde, envolto em tristezas, quis recu-
sar o cinzento, não munido de nenhum
artefacto alegre, inventei um espanador de
tristezas.
era de difícil manejo - mas funcionava»
ondjaki
julho/2002
-
Odjaki nasceu em Luanda, em 1977. Prosador.
Às vezes poeta. Co-realizou o filme sobre Luanda (Oxalá Cresçam Pitangas, 2006). É membro da União dos Escritores Angolanos. Está traduzido em francês, espanhol, italiano, alemão e chinês.
Recebeu o Grinzane for Africa 2008 pelo conjunto da sua obra.
Materiais para construção de um espanador de tristezas
2ª edição - 2010
Ed. Caminho
Poesia
«tinha aprendido que era muito importante
criar desobjectos.
certa tarde, envolto em tristezas, quis recu-
sar o cinzento, não munido de nenhum
artefacto alegre, inventei um espanador de
tristezas.
era de difícil manejo - mas funcionava»
ondjaki
julho/2002
-
Odjaki nasceu em Luanda, em 1977. Prosador.
Às vezes poeta. Co-realizou o filme sobre Luanda (Oxalá Cresçam Pitangas, 2006). É membro da União dos Escritores Angolanos. Está traduzido em francês, espanhol, italiano, alemão e chinês.
Recebeu o Grinzane for Africa 2008 pelo conjunto da sua obra.
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27/08/2010
1495 - POmbal Medieval e Quinhentista - Documentos da sua História
Prof. Dr. Saul António Gomes
A fundação
Foi a partir de Coimbra, Montemor-o-Velho e de Soure que, na primeira metade do século XII, se intensificou a ocupação organizada do espaço pombalense e a fundação, confiada aos cavaleiros da Ordem do Templo de Salomão de Jerusalém, do castelo desta vila.
(...)
Introdução
A fundação
Foi a partir de Coimbra, Montemor-o-Velho e de Soure que, na primeira metade do século XII, se intensificou a ocupação organizada do espaço pombalense e a fundação, confiada aos cavaleiros da Ordem do Templo de Salomão de Jerusalém, do castelo desta vila.
(...)
Introdução
1494 - Uma Gata, um Homem e Duas Mulheres
Junichiro Tanizaki
um dos mais importantes escritores japoneses de sempre, nasceu em Tóquio, onde a sua família era proprietária de uma tipografia.
Estudou literatura japonesa na Universidade Imperial de Tóquio.
Trad
Telma Costa
ed. teorema
um dos mais importantes escritores japoneses de sempre, nasceu em Tóquio, onde a sua família era proprietária de uma tipografia.
Estudou literatura japonesa na Universidade Imperial de Tóquio.
Trad
Telma Costa
ed. teorema
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1493 - Blues de um gato velho
de
Óscar Málaga Gallegos
nasceu em Lima, em 1946. Aos dois anos e meio aprendeu a ler, e a partir daí passou a devorar todo o material escrito que encontra pela frente. Estudou Letras na UNiversidade Nacional de San Marcos,
...
O extremo lirismo e profunda sensualidade de um amor que anula todas as fronteiras culturais.
Trad
Jorge Fallorca
Ed. teorema
Escrevi este livro porque compreendi que a palavra é água sagrada, rio inexplicável, o único que sulcam os anjos que esperam reunir-se no Egipto.
Óscar Málaga Gallegos
nasceu em Lima, em 1946. Aos dois anos e meio aprendeu a ler, e a partir daí passou a devorar todo o material escrito que encontra pela frente. Estudou Letras na UNiversidade Nacional de San Marcos,
...
O extremo lirismo e profunda sensualidade de um amor que anula todas as fronteiras culturais.
Trad
Jorge Fallorca
Ed. teorema
Escrevi este livro porque compreendi que a palavra é água sagrada, rio inexplicável, o único que sulcam os anjos que esperam reunir-se no Egipto.
24/08/2010
1481 - CONVENTO DE S. FRANCISCO DE LEIRIA - ESTUDO MONOGRÁFICO
LUÍS URBANO AFONSO
É natural de Monte Real, concelho de Leiria, onde nasceu em Dezembro de 1972. Licenciado em História da Arte (1995) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
-
É natural de Monte Real, concelho de Leiria, onde nasceu em Dezembro de 1972. Licenciado em História da Arte (1995) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
-
Em 1993 descobria-se, no interior da Igreja de S. Francisco de Leiria, um conjunto de pintura mural cuja importância não deixou margem, desde logo, para quaisquer dúvidas. O estudo pormenorizado e o mais aprofundado possível destas pinturas murais revela-se, pois, tarefa urgente e imprescindível. Na verdade, era por demais evidente que a importância do achado da igreja leiriense de S. Francisco transcendia o episódio da descoberta, para se tornar num fenómeno cuja compreensão permitiria eventualmente reequacionar toda uma problemática histórica de vasto alcance e assim também entender melhor, quer a pintura do final da Idade Média quer esquemas mentais e vivências sociais desta época.
Apesar de raros, há ainda momentos únicos na história das coisas e na vida das pessoas. Tal sucedeu com a descoberta de um conjunto pictórico com as dimensões e a importância do da Igreja de S. Francisco de Leiria, que permitiu a Luís Afonso, no início da sua carreira de investigador, dispor de um objecto de estudo absolutamente original, tarefa que conduziu com saber e rigor, apresentando-nos um trabalho de grande valia no panorama da historiografia artística em Portugal.
José Custódio Vieira da Silva
22/08/2010
1488-1492 - Jornais e Revistas
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JORNAIS
AA0610
1488
Jornal de Leiria
Ano XXV - Nº 1362
cartoon "Capela das Chãs"
Herança de Lúcio Tomé Féteira - Uma entrevista de Damião Leonel, jornalista do JL, talvez a última que foi feita a Tomé Feteira, Agosto de 2000? pág. 6
Requalificação da Praia do Pedrógão
-
1489
Jornal de Leiria Ano XXV - 1358
pág. 2 - A propósito da velha capela das Chãs
Moisés Espírito Santo
Sociólogo, docente do Ensino Superior
-
1490
jornal "Público" 23JUL2010 - ano xxI - 7414
Manuel Alegre em entrevista
Já aqui se falava no "frangueiro" do Roberto, guarda-redes que o SL Benfica contratou recentemente por 9.500 Milhões de Euros.
-
1491
Revista 17 da Fundação Jorge Álvares - jan 2010
A propósito duma conferência no Banco de Portugal - leiria a propósito do Teatro das sombras inventado pelos Chineses.
-
1492
Suplemento "Cidades" do jornal "Público" de 22 de Agosto de 2010"
A triste agonia das casas com histórias para contar
JORNAIS
AA0610
1488
Jornal de Leiria
Ano XXV - Nº 1362
cartoon "Capela das Chãs"
Herança de Lúcio Tomé Féteira - Uma entrevista de Damião Leonel, jornalista do JL, talvez a última que foi feita a Tomé Feteira, Agosto de 2000? pág. 6
Requalificação da Praia do Pedrógão
-
1489
Jornal de Leiria Ano XXV - 1358
pág. 2 - A propósito da velha capela das Chãs
Moisés Espírito Santo
Sociólogo, docente do Ensino Superior
-
1490
jornal "Público" 23JUL2010 - ano xxI - 7414
Manuel Alegre em entrevista
Já aqui se falava no "frangueiro" do Roberto, guarda-redes que o SL Benfica contratou recentemente por 9.500 Milhões de Euros.
-
1491
Revista 17 da Fundação Jorge Álvares - jan 2010
A propósito duma conferência no Banco de Portugal - leiria a propósito do Teatro das sombras inventado pelos Chineses.
-
1492
Suplemento "Cidades" do jornal "Público" de 22 de Agosto de 2010"
A triste agonia das casas com histórias para contar
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20/08/2010
1487 - O Ensino do Português
Maria do Carmo Vieira
Ed. 2010
Fundação Francisco Manuel dos Santos
Em O Ensino do Português salienta-se a existência de uma certa pedagogia encarada como inovadora, mas que, na verdade, se baseia na aplicação de teorias da educação ultrapassadas. Instalada oficialmente no Ensino, desde 2003, reflectiu-se nos curricula, fomentando de forma leviana a rivalidade entre «velho» (o que não é bem-vindo e não tem carácter lúdico) e «novo» (o que é privilegiado por ser recreativo), com a consequente alteração de vocabulário e de valores que caracterizam a «mudança» instituída e a validam acriticamente como certa.
(...)
col. "Ensaios da Fundação"
Ler dos seus intentos no nº 1485
Ed. 2010
Fundação Francisco Manuel dos Santos
Em O Ensino do Português salienta-se a existência de uma certa pedagogia encarada como inovadora, mas que, na verdade, se baseia na aplicação de teorias da educação ultrapassadas. Instalada oficialmente no Ensino, desde 2003, reflectiu-se nos curricula, fomentando de forma leviana a rivalidade entre «velho» (o que não é bem-vindo e não tem carácter lúdico) e «novo» (o que é privilegiado por ser recreativo), com a consequente alteração de vocabulário e de valores que caracterizam a «mudança» instituída e a validam acriticamente como certa.
(...)
col. "Ensaios da Fundação"
Ler dos seus intentos no nº 1485
1486 - Portugal: os Números
Maria João Valente Rosa
Paulo Chitas
ed. 2010
Fundação Fundação Francisco Manuel dos Santos
Uma viagem que conta os rápidos avanços que o País efectuou desde 1960 mas que também não esquece bloqueios e obstáculos ao progresso social que persistem e que são motivo de incomodidade.
Ler dos desígnios desta colecção no nº anterior
Paulo Chitas
ed. 2010
Fundação Fundação Francisco Manuel dos Santos
Uma viagem que conta os rápidos avanços que o País efectuou desde 1960 mas que também não esquece bloqueios e obstáculos ao progresso social que persistem e que são motivo de incomodidade.
Ler dos desígnios desta colecção no nº anterior
1485 - Economia Portuguesa, as últimas décadas
Luciano Amaral
Ed. Fundação Francisco Manuel dos Santos
2010
Depois de um longo período de optimismo entre 1986 e 2000, o pessimismo sobre a economia portuguesa está de regresso. Há razões para isso: nos últimos dez anos, em comparação com os países mais ricos, perdemos um terço do caminho que havíamos recuperado até ao ano 2000.
Continuamos em plena década perdida.
(...)
Col. Ensaios da Fundação
"Na selecção de temas a tratar, a colecção Ensaios da Fundação obedece aos princípios estatutários da Fundação Francisco Manuel dos Santos: conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público. O principal desígnio desta colecção resume-se em duas palavras: pensar livremente."
Ed. Fundação Francisco Manuel dos Santos
2010
Depois de um longo período de optimismo entre 1986 e 2000, o pessimismo sobre a economia portuguesa está de regresso. Há razões para isso: nos últimos dez anos, em comparação com os países mais ricos, perdemos um terço do caminho que havíamos recuperado até ao ano 2000.
Continuamos em plena década perdida.
(...)
Col. Ensaios da Fundação
"Na selecção de temas a tratar, a colecção Ensaios da Fundação obedece aos princípios estatutários da Fundação Francisco Manuel dos Santos: conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público. O principal desígnio desta colecção resume-se em duas palavras: pensar livremente."
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16/08/2010
1482 - NESTA DOCE LÍNGUA DE CAMÕES E DE AQUILINO
1482
Fernando Paulo do Carmo Baptista
Prof. Dr. em Filologia Clássica pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Nasceu em Viseu, em 6 de Abril de 1940
Ed. Câmara Municipal de Sernancelhe
2010
Segundo escreve o Autor, "Por amor se move tudo!..."
ENQUANTO HOUVER UM POETA DE LÍNGUA PORTUGUESA À SUPERFÍCIE DA TERRA E À LUZ DO SOL, JAMAIS FACA DE MORTE ALGUMA CONSEGUIRÁ CORTAR A ENERGIA FOTO-VOLTAICA QUE RESOLVE, DESDE A FUNDURA DOS ÉTIMOS, A «ALMA DAS PALAVRAS» E AS ENTRANHAS SUBLIMINAIS DA NOSSA MADRE LÍNGUA, OU MATAR A «COITA DE AMOR MORTAL» QUE ALIMENTA E PERPETUA ESSA LOUCA, INCANDESCENTE E PROMETEICA PAIXÃO DO FOGO CRIADOR!...
(...)
In "palavras proemiais do Autor, em registo «autobiográfico»
Fernando Paulo do Carmo Baptista, filho de João Lopes Baptista e de Rosa Sousa do Carmo, nasceu em Viseu, em 6 de Abril de 1940, mas, por força da recorrente itinerância que marcou o desempenho de funções de seu Pai, cabo da então Junta Autónoma de Estradas (JAE), saiu de Viseu aos dois anos de idade e foi residir para Vila Nova de Paiva (situada em pleno coração das aquilianas «Terras do Demo», em cuja escola iniciou a sua alfabetização.
Fernando Paulo do Carmo Baptista
Prof. Dr. em Filologia Clássica pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Nasceu em Viseu, em 6 de Abril de 1940
Ed. Câmara Municipal de Sernancelhe
2010
Dia 6 de Maio de 2011
- Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu - 21horas
Reunião- Tertúlia para formação da Associação de Defesa da Língua Portuguesa
Segundo escreve o Autor, "Por amor se move tudo!..."
ENQUANTO HOUVER UM POETA DE LÍNGUA PORTUGUESA À SUPERFÍCIE DA TERRA E À LUZ DO SOL, JAMAIS FACA DE MORTE ALGUMA CONSEGUIRÁ CORTAR A ENERGIA FOTO-VOLTAICA QUE RESOLVE, DESDE A FUNDURA DOS ÉTIMOS, A «ALMA DAS PALAVRAS» E AS ENTRANHAS SUBLIMINAIS DA NOSSA MADRE LÍNGUA, OU MATAR A «COITA DE AMOR MORTAL» QUE ALIMENTA E PERPETUA ESSA LOUCA, INCANDESCENTE E PROMETEICA PAIXÃO DO FOGO CRIADOR!...
(...)
In "palavras proemiais do Autor, em registo «autobiográfico»
Fernando Paulo do Carmo Baptista, filho de João Lopes Baptista e de Rosa Sousa do Carmo, nasceu em Viseu, em 6 de Abril de 1940, mas, por força da recorrente itinerância que marcou o desempenho de funções de seu Pai, cabo da então Junta Autónoma de Estradas (JAE), saiu de Viseu aos dois anos de idade e foi residir para Vila Nova de Paiva (situada em pleno coração das aquilianas «Terras do Demo», em cuja escola iniciou a sua alfabetização.
12/08/2010
1484 - A casa pátio e a sua evolução no Mediterrâneo
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA
Faculdade de arquitectura e Artes
A CASA PÁTIO E A SUA EVOLUÇÃO NO MEDITERRÂNEO
Dos Tempos Antigos à expressão da sua essência nos Claustros
Ana Sofia Gomes Gouveia
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre
Lisboa 2010
Faculdade de arquitectura e Artes
A CASA PÁTIO E A SUA EVOLUÇÃO NO MEDITERRÂNEO
Dos Tempos Antigos à expressão da sua essência nos Claustros
Ana Sofia Gomes Gouveia
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre
Lisboa 2010
1483 - Gatos e mais Gatos
Autor
Doris Lessing
Tradução
Maria Isabel Barreno
Desenhos
Luís Manuel Gaspar
Doris Lessing
Tradução
Maria Isabel Barreno
Desenhos
Luís Manuel Gaspar
gatos selvagens, bravos, indesejados, gatos sarnentos e zarolhos e estropiados e aleijados, gatos criaturas da noite, gatos amigos da escuridão, gatos nas quintas, gatos nas ruas, gatos nos muros, gatos na memória, como aquela doce e ronronante criatura cinzento azulado que para mim era o gato, o gato, insubstituível.
...
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13/06/2010
1480 - Leiria ao encontro do Castelo
Cantos, Recantos e Encantos
Fotografia de Adélio Amaro
Interessantíssimo Prefácio do Mestre Canteiro/Arquitecto Fernando Marques
1479 - A Comuna Judaica de Leiria - das origens à expulsão
SAUL ANTÓNIO GOMES
(Introdução ao seu estudo histórico e documental)
Lisboa, Cátedra de Estudos Sefarditas «Alberto Benveniste»
da Universidade de Lisboa, 2010
Edição:
Campo da Comunicação, 2010
Av. de Berna, nº 11-3º
1050-036 Lisboa
(Introdução ao seu estudo histórico e documental)
Lisboa, Cátedra de Estudos Sefarditas «Alberto Benveniste»
da Universidade de Lisboa, 2010
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Campo da Comunicação, 2010
Av. de Berna, nº 11-3º
1050-036 Lisboa
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06/06/2010
1478 - "Eram os anos 80" da Cinemateca
Suplemento ípsilon do Público de 4 jun 2010
James Wood
O grande cirurgião da literatura
pág, 24
-
Pedro Almodôvar
anos 80 modo de usar
pag 7
-
Carlos do Carmo, 100 canções - uma vida.
colecção inédita de 10 livros+ CD
Os poetas deram-lhe as palavras.
Ele deu-lhes a voz.
pag 23
---
jornais
AA0610-2
James Wood
O grande cirurgião da literatura
pág, 24
-
Pedro Almodôvar
anos 80 modo de usar
pag 7
-
Carlos do Carmo, 100 canções - uma vida.
colecção inédita de 10 livros+ CD
Os poetas deram-lhe as palavras.
Ele deu-lhes a voz.
pag 23
---
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1477 - Bem-vindo ao maior centro comercial de Leiria
Suplemento do Semanário "Região de Leiria" nr 3820 ANO LXXIV de 4 de Junho de 2010
Invoca-se Afonso Lopes Vieira, Miguel Torga, Eça de Queiroz, Francisco Rodrigues Lobo, Acácio de Paiva
BIBL
saco jornaisAA0610
Invoca-se Afonso Lopes Vieira, Miguel Torga, Eça de Queiroz, Francisco Rodrigues Lobo, Acácio de Paiva
BIBL
saco jornaisAA0610
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RL,
semanarios
05/06/2010
1476 - Quem escreveu O Couseiro?
Provavelmente, nunca saberemos ao certo quem escreveu o Couseiro ou Memórias do Bispado de Leiria, e o que explanei é somente uma teoria, julgo eu, que espero seja comentada e rebatida, para que possamos aprofundar os nossos conhecimentos sobre este assunto.
O autor
O autor
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Quem escreveu o Couseiro,
Ricardo Charters d´Azevedo
1475 - Combateremos a Sombra - Lídia Jorge
Ed. Dom Quixote
Romance - 2007 - 2ª ed.
Deveríamos rir-nos da fragilidade da memória, ou pelo menos sorrirmos das artimanhas do seu esquecimento. Na verdade, decorridos três anos depois da passagem do Milénio, se nos perguntarem o que sucedeu durante essa noite que então tomámos por memorável, pouco mais do que a figura sideral de um fogo-de-artifício em forma de chuva de estrelas a cair sobre o estuário de um rio nos virá à mente. E no entanto, a vida não se passou bem assim.
No caso concreto refiro-me àquele momento em que Osvaldo Campos começou a subir a Avenida de Santa Pulquéria sob as árvores desgrenhadas do Inverno e o mundo parecia tranquilo. Os pacíficos diriam que um estado de graça tinha baptizado as nuvens escuras e os actos humanos.
In Contra-Capa
Romance - 2007 - 2ª ed.
Deveríamos rir-nos da fragilidade da memória, ou pelo menos sorrirmos das artimanhas do seu esquecimento. Na verdade, decorridos três anos depois da passagem do Milénio, se nos perguntarem o que sucedeu durante essa noite que então tomámos por memorável, pouco mais do que a figura sideral de um fogo-de-artifício em forma de chuva de estrelas a cair sobre o estuário de um rio nos virá à mente. E no entanto, a vida não se passou bem assim.
No caso concreto refiro-me àquele momento em que Osvaldo Campos começou a subir a Avenida de Santa Pulquéria sob as árvores desgrenhadas do Inverno e o mundo parecia tranquilo. Os pacíficos diriam que um estado de graça tinha baptizado as nuvens escuras e os actos humanos.
In Contra-Capa
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Combateremos a Sombra,
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ed. 2007,
lídia jorge,
romance
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