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11/10/2012

Cem poemas de Sophia #1830


1830
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto, a 6 de novembro de 1919, e morreu em Lisboa, a 2 de Julho de 2004. Começou a escrever muito cedo e foi sempre de uma extrema exigência. São 14 os seus livros de poesia (mais dois de contos e sete para crianças, domínio em que também particularmente se destacou), que fazem dela um dos grandes nomes da lírica portuguesa de sempre e decerto a maior poeta da nossa língua. A sua obra, única, recebeu por isso muitas distinções, em Portugal e no estrangeiro, incluindo o Pémio Camões, o mais importante concedido a quem escreve em português; e José Saramago, e muitos outros escritores e ensaístass, defenderam que lhe fosse dado o Nobel.
Neste volume reúnem-se Cem Poemas dos mais representativos da obra de Sophia, nos seus múltiplos aspetos: O essencial de uma poesia que todos os portugueses devem conhecer e amar. Trata-se de uma antologia - como sublinha na introdução o organizador, José Carlos de Vasconcelos -, que mostra, em todo o seu esplendor, a fidelidade sem mácula de Sophia ao seu destino de cantar.
Na incessante busca do que lapidarmente sintetiza em três versos: a busca «De um país liberto/ De uma vida limpa/ De um tempo justo».
ed. caminho - 2004
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11/12/2010

1304 - José Teles de Almeida Paiva


Introdução.
texto de António A. S. Nunes

Nota de Abertura:

Dr. Vitor Lourenço
Vereador do Pelouro da Cultura
Câmara Municipal de Leiria

Em jeito de prefácio:

Um herói do nosso tempo

Não combateu Mouros.
Não bateu recordes.
Não foi preso pela Pide.
Não foi agraciado por Salazar.
Não foi milionário.
Não foi mendigo.
...
É a ele que, com todo o amor, digo Bem Haja por teres sido tu!

Edite

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1072 - O Diário de Salazar


15/Abril/1948

Há em Miguel Torga uma força que impressiona.
A sua escrita é cuidada e a sua cultura enraíza-se na
vida e nos costumes da terra que o viu nascer.

É pena seguir a moda actual de me criticar por
sistema.

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11/05/2008