27/01/2017

AZ- Biblioteca particular de António e Zaida Nunes - Endereço da base de dados



ALERTA:


O endereço definitivo, a partir de 1 de Dezembro de 2012 é:

Os registos de toda (talvez) a Biblioteca serão o conjunto destes dois blogues.

05/06/2014

10/05/2014

Porto, a Torre da Cidade - nos seus 250 anos (1763-2013)



2022
250 anos da Torre dos Clérigos
1763 - 2013
Ed. Afrontamento, junho 2013

-
No dia (10Maio2014) em que um grupo da Tertúlia dos "Serões Literários das Cortes" se reuniu na sede dos Clube Recreativo e Desportivo das Cortes, à Quinta da Cerca, em Leiria, na oportunidade de comemorar o 15º aniversário deste grupo.

Foi uma sessão muito animada e interessante. Tenho várias fotos e vídeos, que, em princípio colcocarei no meu blogue http://dispersamente.blogspot.com

A minha amiga desde os tempos lindos do ELOS CLUBE de LEIRIA, Dra. Celeste Alves, ofereceu-me este livro, depois de eu ter manifestado interessado em o comprar, por motivos perfeitamente justificáveis. A verdade é que não se podem comprar todos os livros de que temos conhecimento e gostamos. Mas este cativou-me particularmente: por um lado trata do tema "Torre dos Clérigos" que me traz ao sentimento a minha estada no Porto, cidade de onde eu posso dizer que sou natural, ainda que simultaneamente de Viseu, visto que a minha mãe foi ao Casal - Ribafeita, para eu nascer, e regressámos, logo de seguida, para o Porto, onde vivemos até eu perfazer 8 anos. Aqui voltei, em 1963, para estudar no então Instituto Comercial do Porto, na Rua de Entreparedes, ali à Batalha.

Como eu me sinto ligado ao Porto! E a Gaia! E à Foz! e ao CineTeatro Carlos Alberto e à Rua do Almada, e às Fontainhas ... e à Biblioteca Municipal (perto do Instituto), onde passei horas a fio a estudar e a ler (naquela altura, especialmente, tudo o que havia sobre OVNI´s, Foguetões, aviação... tanto que eu sonhava com aviões...

Celeste Alves levou este livro para ler a sua participação na sua confeção, através de uma poesia em louvor da Torre dos Clérigos. Pode-se lê-la na pág. 318-319. Uma querida amiga.

02/12/2012

Continua em http://az-biblioteca.blogspot.pt

composição de @mnmoura


A base de dados da biblioteca de António e Zaida Nunes segue em http://az-biblioteca.blogspot.pt

25/11/2012

Tesouros da Poesia Portuguesa - ed. Verbo 1983


1983
Selecção, Prefácio e Notas
de António Manuel Couto Viana
Ilustrações
de Lima de Freitas

por exemplo:
Jaime Cortesão

CHOUPOS NA LUZ DO LUAR

À beira do Rio, os choupos
Riem baixo de felizes;
Afogam no ar os topos,
Na veia d´Água as raízes.
..............................................
Posted by Picasa

Isabel Zambujal; O Pai Natal que não comia queijo


1854
ed. of do livro - 2009
Posted by Picasa

Alice Vieira: vários trabalhos infanto juvenis dos anos 80



1853

1852
1851

1850
Posted by Picasa

Anrique Paço d´Arcos - Poesias completas; Carlos L. Fonseca


1845
ed. incm - 1993
nota introdutória de José Miguel Júdice


1846
 1849
1848

1847
Agrupamento de Escolas José Saraiva - Leiria
oferta a Zaida Paiva Nunes
ed. 2009
Posted by Picasa

19/11/2012

António Lobo Antunes, Joaquim Pessoa

1842
O Homem que quis ser Rei
Rudyard Kipling
Ed. DN -2000
-
1841
Não é Meia Noite quem quer
António Lobo Antunes
Dom quixote - 2013
-
1844 e 1843
Obra Poética
Joaquim Pessoa
Litrexa editora - 2001

09/11/2012

Luís Miguel Nava, Encantada Coimbra,Ruy Belo, Gastão Cruz


1838
Nasceu em Viseu em 1957
Morreu/homicídio em 10 Maio 1995, em Bruxelas

1837


1839


1840
Posted by Picasa

02/11/2012

#1836 O eco do silêncio - Cecília Vilas Boas

1836
ed. esfera do caos


Nota de abertura

............A todos aqueles que, como eu,
............encontram o seu eco no silêncio...

Gosto do silêncio, assim...escuro, esconso
Aquele que na noite, abriga dias e emudece almas
Aquele que beija sofregamente como um amante
Gosto do silêncio que pulsa nas veias
Aquele sem tempo, nem espaço
Aquele que vive em mim, e me faz deambular...

28/10/2012

#1835 - Ludwig van Beethoven

1835
Ed. textiverso - 2012
apoio Junta de freguesia da Barreira e Caixa de Crédito de Leiria

Em que tempo e espaço paira a mente de um génio?
Nunca saberemos realmente onde se movem , onde pairam as mentes de alguns dos homens especiais que surgem neste mundo.
Júlia Moniz apresenta-nos Ludwig van Beethoven, narra-nos a história da sua vida e, melhor, leva-nos a mergulhar nas várias facetas da sua personalidade, uma dessas personalidades complexas de trato forte e difícil e ao mesmo tempo com uma grande espiritualidade, fazendo-nos pensar que a sua mente e o mundo da sua imaginação, que se expressa através da música, têm forçosamente que estar desajustados deste mundo material e das sociedades onde se move o homem comun.

[Do Prefácio] de Teresa Vieira
**
Info sobre Júlia Moniz.Barreira aqui

23/10/2012

## 1984 - Antologia Apócrifa . Joaquim Pessoa



Ao fazer esta antologia não esteve nos meus propósitos apresentar qualquer estudo mais ou manos profundo,mais ou menos académico, sobre literatura apócrifa. Apenas procurei que me chegassem às mãos, como às de qualquer outro herdeiro do vento, objectos desenterrados daqui e dali e de todas as épocas. Quanto mais os coleccionava e comparava, quanto mais os analisava, mais belos me pareciam e mais pareciam justificar a sua publicação.
Quanto às traduções – diz um autor Ming que a tradução, quando muito, não passa do lado abvesso de um brocado, apresentando todos os seus fíos, mas sem a subtileza da cor ou do desenho – fi-las, respeitando o mais que pude os textos e os seus autores. Alterações inevitáveis foram introduzias em traduções feitas a partir das línfuas originais, especialmente quando etiradas de estudos mais históricos que literários e que, talvez por isso, me pareceram (na poesia, sobretudo) por vezes prosaicas e pouco cuidadas. Mas fi-lo sempre que não tive outras soluções, pois até em relação às indicações biográficas e cinsederações que acompanhavam os textos, recolhidos das fontes deste trabalho (que cito no final deste volume), os autores foram integralmente respeitados. O meu único mérito foi o de ter podido reunir esta valiosa colecção de objectos que ofereço ao leitor, certo de qur por les se apixonará tanto como eu.
Joaquim Pessoa
Nota de abertua

19/10/2012

Poesia reunida, Manuel António Pina

 1834
de 1974-2011
Antologia organizada pelo próprio
Ed. 2012
 1833
ed. clube do autor - 2012
1832
ed. calendário das letras
ed 2010

11/10/2012

Cem poemas de Sophia #1830


1830
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto, a 6 de novembro de 1919, e morreu em Lisboa, a 2 de Julho de 2004. Começou a escrever muito cedo e foi sempre de uma extrema exigência. São 14 os seus livros de poesia (mais dois de contos e sete para crianças, domínio em que também particularmente se destacou), que fazem dela um dos grandes nomes da lírica portuguesa de sempre e decerto a maior poeta da nossa língua. A sua obra, única, recebeu por isso muitas distinções, em Portugal e no estrangeiro, incluindo o Pémio Camões, o mais importante concedido a quem escreve em português; e José Saramago, e muitos outros escritores e ensaístass, defenderam que lhe fosse dado o Nobel.
Neste volume reúnem-se Cem Poemas dos mais representativos da obra de Sophia, nos seus múltiplos aspetos: O essencial de uma poesia que todos os portugueses devem conhecer e amar. Trata-se de uma antologia - como sublinha na introdução o organizador, José Carlos de Vasconcelos -, que mostra, em todo o seu esplendor, a fidelidade sem mácula de Sophia ao seu destino de cantar.
Na incessante busca do que lapidarmente sintetiza em três versos: a busca «De um país liberto/ De uma vida limpa/ De um tempo justo».
ed. caminho - 2004
Posted by Picasa

10/10/2012

Sonetos e Outras Rimas; A Luz de Creta

 1827
ed. Gama - 2005
Membro do grupo de poetas de Alcanena
1828
ed. cosmos - 2000

09/10/2012

ORFEU 4, 1829


1829
ORFEU 4
Organização:
Amadeu Baptista/Egito Gonçalves
Porto, Dezembro de 1988
-

ENQUANTO É POSSÍVEL

Orfeu é, no Porto, um café, depois de ter sido, em Lisboa, uma revista.
Um café onde poetas se encontram em torno da «bica» - e os historiadores do
futuro terão de adivinhar se o nome do negócio teve algo a ver com essa
escolha, ou se o acaso da sua excelente localização, à rotunda da Boavista,
foi o factor determinante. De qualquer modo, no centenário de Pessoa,
que além do copo de três bebido no ora degradado Chiado,
vagueou o seu espírito e solidão pelos cafés lisboetas, deixando num deles
o seu fantasma pendurado de modo a torná-lo intocável, pareceu-nos que o
bardo não desdenharia transferir-se para este espaço que o nome do cantor
trácio domina, cedendo-nos o título que foi objecto do seu entusiasmo.
ORFEU 4 é o resultado desse encontro poético, enquanto ainda há cafés
onde o convívio se estabelece em mesas de lazer, sem portagem à entrada e
balcão separador - o que, não tarda, será apenas uma saudade.

Nota de Abertura a p. 3
---
nota:
Ver "orfeu" aqui

30/09/2012

Vários: Saramago, nuno Júdice, Mário Carvalho, Revistas nos. raros, VitorinoNemésio

18211823-1822 (ver também)
.
.
1825
1824-Oa caminhos do Poeta
1819-18201818


18171815-1813



1811-18161814-1812


Não tive paciência para os registar um a um ...                                                                                                                        

1811
Poemas de Nuno Júdice
Pinturas, desenhos, fotografia de Rui Chafes
Tradução para françês Pierre Léglise.Costa
Europália 91 - Livro de Artistas
-
1813
com dossier especial:
No 1º Centenário da Alfred Nobel (1886-1996)
- Poemas seleccionados em homenagem à poetisa Wilsawa Azimborska, Prémio Nobel da Literatura 1996

1814
Revista nº 1 (zero) - 2002
Entrevista e Poemas de Albano Martins

1816
 estudo sobre Albano Martins

 Posted by Picasa