Catálogo geral da Biblioteca particular de "António e Zaida" - Leiria. - O endereço desde 2012 é: http://az-biblioteca.blogspot.com/
05/06/2014
10/05/2014
Porto, a Torre da Cidade - nos seus 250 anos (1763-2013)
250 anos da Torre dos Clérigos
1763 - 2013
Ed. Afrontamento, junho 2013
-
No dia (10Maio2014) em que um grupo da Tertúlia dos "Serões Literários das Cortes" se reuniu na sede dos Clube Recreativo e Desportivo das Cortes, à Quinta da Cerca, em Leiria, na oportunidade de comemorar o 15º aniversário deste grupo.
Foi uma sessão muito animada e interessante. Tenho várias fotos e vídeos, que, em princípio colcocarei no meu blogue http://dispersamente.blogspot.com
A minha amiga desde os tempos lindos do ELOS CLUBE de LEIRIA, Dra. Celeste Alves, ofereceu-me este livro, depois de eu ter manifestado interessado em o comprar, por motivos perfeitamente justificáveis. A verdade é que não se podem comprar todos os livros de que temos conhecimento e gostamos. Mas este cativou-me particularmente: por um lado trata do tema "Torre dos Clérigos" que me traz ao sentimento a minha estada no Porto, cidade de onde eu posso dizer que sou natural, ainda que simultaneamente de Viseu, visto que a minha mãe foi ao Casal - Ribafeita, para eu nascer, e regressámos, logo de seguida, para o Porto, onde vivemos até eu perfazer 8 anos. Aqui voltei, em 1963, para estudar no então Instituto Comercial do Porto, na Rua de Entreparedes, ali à Batalha.
Como eu me sinto ligado ao Porto! E a Gaia! E à Foz! e ao CineTeatro Carlos Alberto e à Rua do Almada, e às Fontainhas ... e à Biblioteca Municipal (perto do Instituto), onde passei horas a fio a estudar e a ler (naquela altura, especialmente, tudo o que havia sobre OVNI´s, Foguetões, aviação... tanto que eu sonhava com aviões...
Celeste Alves levou este livro para ler a sua participação na sua confeção, através de uma poesia em louvor da Torre dos Clérigos. Pode-se lê-la na pág. 318-319. Uma querida amiga.
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02/12/2012
Continua em http://az-biblioteca.blogspot.pt

composição de @mnmoura
A base de dados da biblioteca de António e Zaida Nunes segue em http://az-biblioteca.blogspot.pt
25/11/2012
19/11/2012
09/11/2012
Luís Miguel Nava, Encantada Coimbra,Ruy Belo, Gastão Cruz
1838
ver wikipédia
Nasceu em Viseu em 1957
Morreu/homicídio em 10 Maio 1995, em Bruxelas
1837

1839

1840
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02/11/2012
#1836 O eco do silêncio - Cecília Vilas Boas
1836
ed. esfera do caos
Nota de abertura
............A todos aqueles que, como eu,
............encontram o seu eco no silêncio...
Gosto do silêncio, assim...escuro, esconso
Aquele que na noite, abriga dias e emudece almas
Aquele que beija sofregamente como um amante
Gosto do silêncio que pulsa nas veias
Aquele sem tempo, nem espaço
Aquele que vive em mim, e me faz deambular...
ed. esfera do caos
Nota de abertura
............A todos aqueles que, como eu,
............encontram o seu eco no silêncio...
Gosto do silêncio, assim...escuro, esconso
Aquele que na noite, abriga dias e emudece almas
Aquele que beija sofregamente como um amante
Gosto do silêncio que pulsa nas veias
Aquele sem tempo, nem espaço
Aquele que vive em mim, e me faz deambular...
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28/10/2012
#1835 - Ludwig van Beethoven
1835
Ed. textiverso - 2012
apoio Junta de freguesia da Barreira e Caixa de Crédito de Leiria
Em que tempo e espaço paira a mente de um génio?
Nunca saberemos realmente onde se movem , onde pairam as mentes de alguns dos homens especiais que surgem neste mundo.
Júlia Moniz apresenta-nos Ludwig van Beethoven, narra-nos a história da sua vida e, melhor, leva-nos a mergulhar nas várias facetas da sua personalidade, uma dessas personalidades complexas de trato forte e difícil e ao mesmo tempo com uma grande espiritualidade, fazendo-nos pensar que a sua mente e o mundo da sua imaginação, que se expressa através da música, têm forçosamente que estar desajustados deste mundo material e das sociedades onde se move o homem comun.
[Do Prefácio] de Teresa Vieira
**
Info sobre Júlia Moniz.Barreira aqui
Ed. textiverso - 2012
apoio Junta de freguesia da Barreira e Caixa de Crédito de Leiria
Em que tempo e espaço paira a mente de um génio?
Nunca saberemos realmente onde se movem , onde pairam as mentes de alguns dos homens especiais que surgem neste mundo.
Júlia Moniz apresenta-nos Ludwig van Beethoven, narra-nos a história da sua vida e, melhor, leva-nos a mergulhar nas várias facetas da sua personalidade, uma dessas personalidades complexas de trato forte e difícil e ao mesmo tempo com uma grande espiritualidade, fazendo-nos pensar que a sua mente e o mundo da sua imaginação, que se expressa através da música, têm forçosamente que estar desajustados deste mundo material e das sociedades onde se move o homem comun.
[Do Prefácio] de Teresa Vieira
**
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23/10/2012
## 1984 - Antologia Apócrifa . Joaquim Pessoa
Ao fazer esta antologia não esteve nos meus propósitos
apresentar qualquer estudo mais ou manos profundo,mais ou menos académico,
sobre literatura apócrifa. Apenas procurei que me chegassem às mãos, como às de
qualquer outro herdeiro do vento, objectos desenterrados daqui e dali e de
todas as épocas. Quanto mais os coleccionava e comparava, quanto mais os
analisava, mais belos me pareciam e mais pareciam justificar a sua publicação.
Quanto às traduções – diz um autor Ming que a tradução,
quando muito, não passa do lado abvesso de um brocado, apresentando todos os
seus fíos, mas sem a subtileza da cor ou do desenho – fi-las, respeitando o
mais que pude os textos e os seus autores. Alterações inevitáveis foram
introduzias em traduções feitas a partir das línfuas originais, especialmente
quando etiradas de estudos mais históricos que literários e que, talvez por
isso, me pareceram (na poesia, sobretudo) por vezes prosaicas e pouco cuidadas.
Mas fi-lo sempre que não tive outras soluções, pois até em relação às
indicações biográficas e cinsederações que acompanhavam os textos, recolhidos
das fontes deste trabalho (que cito no final deste volume), os autores foram
integralmente respeitados. O meu único mérito foi o de ter podido reunir esta
valiosa colecção de objectos que ofereço ao leitor, certo de qur por les se
apixonará tanto como eu.
Joaquim Pessoa
Nota de abertua
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Joaquim Pesoa. ed. 1984,
Os Herdeiros do Vento
19/10/2012
18/10/2012
Livros registados no blogue 1a - Biblioteca
Livros entrados na Biblioteca mas que, por lapso, foram registados noutro blogue
- acacio de paiva(1)
- afonso lopes vieira (1)
- ana bela vinagre(1)
- antologias (1)
- antonio lobo antunes (1)
- António A S Nunes (1)
- ary dos santos (1)
- autores leirienses(1)
- avante editora (1)
- Barreira (1)
- Bertrand (1)
- biblioteca (1)
- botânica (3)
- cancioneiros (1)
- Carlos Fabião (1)
- cartoons (1)
- cmleiria (1)
- cortes de leiria (1)
- crónicas (1)
- ctt (2)
- damiao de goes(1)
- Damião de Goes(1)
- dom quixote (2)
- Ed. CMLeiria (1)
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11/10/2012
Cem poemas de Sophia #1830
1830
Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu no Porto, a 6 de novembro de 1919, e morreu em Lisboa, a 2 de Julho de 2004. Começou a escrever muito cedo e foi sempre de uma extrema exigência. São 14 os seus livros de poesia (mais dois de contos e sete para crianças, domínio em que também particularmente se destacou), que fazem dela um dos grandes nomes da lírica portuguesa de sempre e decerto a maior poeta da nossa língua. A sua obra, única, recebeu por isso muitas distinções, em Portugal e no estrangeiro, incluindo o Pémio Camões, o mais importante concedido a quem escreve em português; e José Saramago, e muitos outros escritores e ensaístass, defenderam que lhe fosse dado o Nobel.
Neste volume reúnem-se Cem Poemas dos mais representativos da obra de Sophia, nos seus múltiplos aspetos: O essencial de uma poesia que todos os portugueses devem conhecer e amar. Trata-se de uma antologia - como sublinha na introdução o organizador, José Carlos de Vasconcelos -, que mostra, em todo o seu esplendor, a fidelidade sem mácula de Sophia ao seu destino de cantar.
Na incessante busca do que lapidarmente sintetiza em três versos: a busca «De um país liberto/ De uma vida limpa/ De um tempo justo».
ed. caminho - 2004
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sophia de mello breyner andersen
10/10/2012
09/10/2012
ORFEU 4, 1829
1829
ORFEU 4
Organização:
Amadeu Baptista/Egito Gonçalves
Porto, Dezembro de 1988
-
ENQUANTO É POSSÍVEL
Orfeu é, no Porto, um café, depois de ter sido, em Lisboa, uma revista.
Um café onde poetas se encontram em torno da «bica» - e os historiadores do
futuro terão de adivinhar se o nome do negócio teve algo a ver com essa
escolha, ou se o acaso da sua excelente localização, à rotunda da Boavista,
foi o factor determinante. De qualquer modo, no centenário de Pessoa,
que além do copo de três bebido no ora degradado Chiado,
vagueou o seu espírito e solidão pelos cafés lisboetas, deixando num deles
o seu fantasma pendurado de modo a torná-lo intocável, pareceu-nos que o
bardo não desdenharia transferir-se para este espaço que o nome do cantor
trácio domina, cedendo-nos o título que foi objecto do seu entusiasmo.
ORFEU 4 é o resultado desse encontro poético, enquanto ainda há cafés
onde o convívio se estabelece em mesas de lazer, sem portagem à entrada e
balcão separador - o que, não tarda, será apenas uma saudade.
Nota de Abertura a p. 3
---
nota:
Ver "orfeu" aqui
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poesia reunida
30/09/2012
Vários: Saramago, nuno Júdice, Mário Carvalho, Revistas nos. raros, VitorinoNemésio
.
.
1825
1824-Oa caminhos do Poeta
Não tive paciência para os registar um a um ...
1811
Poemas de Nuno Júdice
Pinturas, desenhos, fotografia de Rui Chafes
Tradução para françês Pierre Léglise.Costa
Europália 91 - Livro de Artistas
-
1813
com dossier especial:
No 1º Centenário da Alfred Nobel (1886-1996)
- Poemas seleccionados em homenagem à poetisa Wilsawa Azimborska, Prémio Nobel da Literatura 1996
1814
Revista nº 1 (zero) - 2002
Entrevista e Poemas de Albano Martins
1816
estudo sobre Albano Martins

.
1825
1824-Oa caminhos do Poeta
Não tive paciência para os registar um a um ...
1811
Poemas de Nuno Júdice
Pinturas, desenhos, fotografia de Rui Chafes
Tradução para françês Pierre Léglise.Costa
Europália 91 - Livro de Artistas
-
1813
com dossier especial:
No 1º Centenário da Alfred Nobel (1886-1996)
- Poemas seleccionados em homenagem à poetisa Wilsawa Azimborska, Prémio Nobel da Literatura 1996
1814
Revista nº 1 (zero) - 2002
Entrevista e Poemas de Albano Martins
1816
estudo sobre Albano Martins

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