Catálogo geral da Biblioteca particular de "António e Zaida" - Leiria. - O endereço desde 2012 é: http://az-biblioteca.blogspot.com/
11/12/2010
262 - Olhai os lírios do Campo
Erico Veríssimo nasceu em 17 de Dezembro de 2005, Brasil. É de ascendência portuguesa.
«Prémio Machado de Assis» 1954 da Academia Brasileira de Letras
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ed. 1973,
ed. círculo de leitores,
Erico Veríssimo,
Olhai os lírios do Campo,
romance
Vários - Mário Zambujal
488
619 - à noite logo se vê
1105 - Primeiro as Senhoras
1333 - Já não se escrevem cartas de amor
694 - Fora de mão
-
4 livros que passam, a partir de agora, a incluir a base de dadps digital.
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1548 - Talvez; 1549 - Pedaços de Mim
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colecções,
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1546 - O livro de Ouro do Natal
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Este é um dos livros da Biblioteca que já devia ter dado entrada no respectivo registo há muitos anos.Faz-se agora, que estamos em vésperas do Natal de 2010.
Ed. Verbo
1978
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O Livro de ouro do Natal
09/12/2010
1545, 1540, 1541, 1542 - livros
1545 -
1540 - O Sonho do Celta
Mario Vargas Llosa
Prémio Nobel Da Literatura 2010
1541 - Viagem Marítima com Dom Quixote
Thomas Mann
Nasceu em Lubeck, em 1875 e morreu em Zurich, em 1955. Entre as suas obras-primas, salientam-se A Montanha Mágica e Morte em Veneza. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura, em 1929
1542 - histórias daqui e dali
Luis Sepúlveda
Porto Editora 2010
1540 - O Sonho do Celta
Mario Vargas Llosa
Prémio Nobel Da Literatura 2010
1541 - Viagem Marítima com Dom Quixote
Thomas Mann
Nasceu em Lubeck, em 1875 e morreu em Zurich, em 1955. Entre as suas obras-primas, salientam-se A Montanha Mágica e Morte em Veneza. Recebeu o Prémio Nobel da Literatura, em 1929
1542 - histórias daqui e dali
Luis Sepúlveda
Porto Editora 2010
30/11/2010
1535 - Sôbolos rios que vão
António Lobo Antunes
Ed. D. Quixote
2010
-
Romance 2ª edição
Ed. D. Quixote
2010
-
Romance 2ª edição
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romance
1539 - O Poder das ervas Aromáticas
Guia enciclopédico sobre
100 melhores ervas aromáticas e medicinais
com todas as informações necessárias à utilização de cada planta no jardim, na cozinha ou em casa-
DK-Civilização editores Lda.
Av. Dr Antunes Guimarães Porto
ed. 2007
100 melhores ervas aromáticas e medicinais
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Av. Dr Antunes Guimarães Porto
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O poder das ervas aromáticas
22/11/2010
1538 - Almada Negreiros - col Pintores Portugueses
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A capa encontra-se reproduzida neste endereço (aqui).
Autor do texto:
André SilveiraNº 11v da colecção:
Pintores Portugueses
A capa encontra-se reproduzida neste endereço (aqui).
Autor do texto:
André SilveiraNº 11v da colecção:
Pintores Portugueses
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12/11/2010
1534 - POEMAS - Versão Portuguesa
POEMAS de
Bertolt Brecht
Ed. ASA 2007
Tem um texto de Jorge de Sena na badana da capa, em que escreve, a finalizar:
"...Considerado um dos maiores dramaturgos do séc- XX, Brecht foi também um grande poeta, quer na poesia que escreveu a vida inteira, quer nos poemas que intercalou - como outros passos em verso - nas suas peças; e, em alemão, a sua importância e influência como poeta vivo, com Trakl e Benn, a transcender a de Rilke."
Bertolt Brecht nasceu na Alemanha, em Augsburgo, em 1898, filho de um industrial, estudou Medicina, e serviu na Primeira Guerra Mundial nos serviços de saúde.
Morreu em 1956 em Berlim (Berlim Leste, na altura).
Versão Portuguesa de Paulo Quintela
Bertolt Brecht
Ed. ASA 2007
Tem um texto de Jorge de Sena na badana da capa, em que escreve, a finalizar:
"...Considerado um dos maiores dramaturgos do séc- XX, Brecht foi também um grande poeta, quer na poesia que escreveu a vida inteira, quer nos poemas que intercalou - como outros passos em verso - nas suas peças; e, em alemão, a sua importância e influência como poeta vivo, com Trakl e Benn, a transcender a de Rilke."
Bertolt Brecht nasceu na Alemanha, em Augsburgo, em 1898, filho de um industrial, estudou Medicina, e serviu na Primeira Guerra Mundial nos serviços de saúde.
Morreu em 1956 em Berlim (Berlim Leste, na altura).
Versão Portuguesa de Paulo Quintela
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10/11/2010
1531 - Vil de Souto
ed. Labouré Lima
Setembro de 2001
Edições Muiraquitã
Niterói
Brasil
emailto:edmuiraquita@aol.com
Este livro contém um capítulo dedicado à família Pessanha à qual me refiro no meu blogue http://dispersamente.blogspot.com/ num post editado em 2010 a propósito da Quinta do Barreiro em Couto de Cima, Viseu.
Ver pág. 113/114
Livro oferecido pelo Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Viseu para o autor do blogue, que agradece.
Idem, os restantes livros registados nesta data sob a etiqueta, "livros sobre Viseu".
Setembro de 2001
Edições Muiraquitã
Niterói
Brasil
emailto:edmuiraquita@aol.com
Este livro contém um capítulo dedicado à família Pessanha à qual me refiro no meu blogue http://dispersamente.blogspot.com/ num post editado em 2010 a propósito da Quinta do Barreiro em Couto de Cima, Viseu.
Ver pág. 113/114
Livro oferecido pelo Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Viseu para o autor do blogue, que agradece.
Idem, os restantes livros registados nesta data sob a etiqueta, "livros sobre Viseu".
!531 e seguintes - Livros sobre freguesias de Viseu
registo 1532
registo 1530
Registo 1533
O autor informa-nos sobre Viseu de Portugal e Viseu do Brasil, melhor Viseu-Pará.
Narra-nos histórias tradicionais em dois capítulos intitulados respectivamente: Viseu de Portugal e Viseu do Brasil - Enlaces e Desenlaces, Intercâmbio Possível e Desejável em Lusofonia e elementos visuais (fotos, mapas, desenhos, etc.)
As histórias tradicionais, privilegiando espaços, personagens e casos vise(u)enses, revelam imaginários populares (crenças, contos, lendas, fábulas e mitos, etc.), forjados através dos tempos, especialmente por portugueses,índios, brasileiros e africanos.
Ed. Palimage
2010
Apoios:
Câmara Municipal do Concelho de Viseu
Governo Civil do Distrito de Viseu
Juntas de Freguesia do Concelho de Viseu
...
Prefeitura Municipal de Viseu do Pará
Stúdio Mendes/Viseu do Pará
registo 1530
Registo 1533
O autor informa-nos sobre Viseu de Portugal e Viseu do Brasil, melhor Viseu-Pará.
Narra-nos histórias tradicionais em dois capítulos intitulados respectivamente: Viseu de Portugal e Viseu do Brasil - Enlaces e Desenlaces, Intercâmbio Possível e Desejável em Lusofonia e elementos visuais (fotos, mapas, desenhos, etc.)
As histórias tradicionais, privilegiando espaços, personagens e casos vise(u)enses, revelam imaginários populares (crenças, contos, lendas, fábulas e mitos, etc.), forjados através dos tempos, especialmente por portugueses,índios, brasileiros e africanos.
Ed. Palimage
2010
Apoios:
Câmara Municipal do Concelho de Viseu
Governo Civil do Distrito de Viseu
Juntas de Freguesia do Concelho de Viseu
...
Prefeitura Municipal de Viseu do Pará
Stúdio Mendes/Viseu do Pará
09/11/2010
1529 - Amadeo de Souza Cardoso
Col. Pintores Portugueses - nº 10
Autora do texto: Catarina Alfaro
Licenciada em História da Arte, Mestre em Museologia e Património,
ed. 2010
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ed. 2010,
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pintores portugueses,
pintura
02/11/2010
01/11/2010
1527 - Casa do Distrito de Leiria (em Lisboa)
Ana Bela da Silva Vinagre
Ed. Folheto -
Leiria 2008
Porque não fundar na capital um Centro em que os Leirienses se avistem e se conheçam? Um apelo.
«O Mensageiro» abre um inquérito.
Ed. Folheto -
Leiria 2008
Porque não fundar na capital um Centro em que os Leirienses se avistem e se conheçam? Um apelo.
«O Mensageiro» abre um inquérito.
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autores leirienses,
ed. folheto
1526 - LER - Livros & Leitores
Revista de Maio 2010
Círculo de Leitores/Bertrand
Rui Ramos sobre o pessimismo de Alexandre Herculano
A páginas 42 a 45:
Alexandre Herculano, o desaparecido
Em 1867, o expoente máximo da política e da literatura portuguesas renunciou à vida pública remetendo-se às tarefas de lavrador em Vale de Lobos, nos arredores de Santarém. O que se passou, afinal, com o autor de Eurico, o Presbítero?
Um ensaio original em ano de bicentenário do nascimento de Alexandre Herculano.
Arqº:
caixa AA060
Círculo de Leitores/Bertrand
Rui Ramos sobre o pessimismo de Alexandre Herculano
A páginas 42 a 45:
Alexandre Herculano, o desaparecido
Em 1867, o expoente máximo da política e da literatura portuguesas renunciou à vida pública remetendo-se às tarefas de lavrador em Vale de Lobos, nos arredores de Santarém. O que se passou, afinal, com o autor de Eurico, o Presbítero?
Um ensaio original em ano de bicentenário do nascimento de Alexandre Herculano.
Arqº:
caixa AA060
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Alexandre Herculano,
revista LER,
revistas
28/10/2010
26/10/2010
20/10/2010
1523 - Semanário "Região de Leiria" - nº 3839 - 15OUT2010
Novo Design - 1º exemplar da nova série
Pág. 56
Villa Portela
Os segredos da família Charters d´Azevedo
-
Última página
O poder de Sócrates está na comunicação
António José Laranjeira
Pág. 56
Villa Portela
Os segredos da família Charters d´Azevedo
-
Última página
O poder de Sócrates está na comunicação
António José Laranjeira
1520 - A República das Artes
Literatura + CD ALFREDO KEIL
Centenário da República 1910-2010
Literatura
Entre JUNQUEIRO e PESSOA
Fernando Pinto do Amaral
-
As Músicas da República I
A herança musical da Monarquia Constitucional
Rui Vieira Nery
-
CD ALFREDO KEIL
Ana Ferraz
soprano
Gabriela Canavilhas
piano
Centenário da República 1910-2010
Literatura
Entre JUNQUEIRO e PESSOA
Fernando Pinto do Amaral
-
As Músicas da República I
A herança musical da Monarquia Constitucional
Rui Vieira Nery
-
CD ALFREDO KEIL
Ana Ferraz
soprano
Gabriela Canavilhas
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16/10/2010
1521 - LEIRIA - Roteiros Republicanos
Acácio de Sousa
Ed. QUIDNOVI - 2010
Centenário da República 1910-2010
Se a clivagem entre monárquicos e republicanos era, a nível da imprensa, aparentemente insanável, também os próprios monárquicos se combatiam.
Na cidade as acusações não passavam da "guerra da caneta", mas nos arredores tornavam-se usuais os distúrbios motivados por vinganças entre os diferentes caciques locais, sobretudo nas feiras ou em festas de arraial, digladiando-se O Leiriense e O Districto de Leiria nas acusações das causas dos motins e da sua repressão, sendo comum que tanto dirigentes monárquicos oposicionistas, como republicanos se envolvessem entre si e todos contra as forças do poder.
Ed. QUIDNOVI - 2010
Centenário da República 1910-2010
Se a clivagem entre monárquicos e republicanos era, a nível da imprensa, aparentemente insanável, também os próprios monárquicos se combatiam.
Na cidade as acusações não passavam da "guerra da caneta", mas nos arredores tornavam-se usuais os distúrbios motivados por vinganças entre os diferentes caciques locais, sobretudo nas feiras ou em festas de arraial, digladiando-se O Leiriense e O Districto de Leiria nas acusações das causas dos motins e da sua repressão, sendo comum que tanto dirigentes monárquicos oposicionistas, como republicanos se envolvessem entre si e todos contra as forças do poder.
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11/10/2010
1519 - Antologia de Autores Portugueses
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Livro comprado na Feira das Velharias - Leiria, em 9 Out 2010 - 7,50€
Pertenceu à aluna que se identifica como
Maria Luisa Portugal e Castro d´Orey
Nº 750 3º ano A
Ed. Livraria Popular de Francisco Franco
Anos 60 séc. XX
Termina com Bernardo Santareno
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o ensino do português
02/10/2010
1515 - A Casa, a Escuridão
José Luís Peixoto
Poesia
este livro. passa um dedo pela página, sente o papel
como se sentisses a pele no meu corpo, o meu rosto.
Poesia
este livro. passa um dedo pela página, sente o papel
como se sentisses a pele no meu corpo, o meu rosto.
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poemas
1513 - J.L. Saldanha Sanches
Saldanha Sanches (1944-2010)
Lembrar José Luís Saldanha Sanches
A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem honra em patrocinar uma simples homenagem à memória do Professor José Luís Saldanha Sanches. Faço-o também a título pessoal, pois conheci-o recentemente e ainda tivemos tempo de fazer amizade. O seu último livro foi-lhe pedido pela Fundação. Cumpriu, literalmente até ao fim, a sua palavra.
Nos últimos anos de vida, era cada vez mais frequente e desejada a sua presença no espaço público e, designadamente na televisão, na rádio e na imprensa escrita. Atento às questões da decência e da moralidade nos assuntos de Estado, os seus comentários eram os de um verdadeiro Provedor informal. O povo ouvia-o e tinha confiança nele. Duas qualidades simples. Mas excepcionalmente difíceis.
António Barreto
Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos
Lembrar José Luís Saldanha Sanches
A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem honra em patrocinar uma simples homenagem à memória do Professor José Luís Saldanha Sanches. Faço-o também a título pessoal, pois conheci-o recentemente e ainda tivemos tempo de fazer amizade. O seu último livro foi-lhe pedido pela Fundação. Cumpriu, literalmente até ao fim, a sua palavra.
Nos últimos anos de vida, era cada vez mais frequente e desejada a sua presença no espaço público e, designadamente na televisão, na rádio e na imprensa escrita. Atento às questões da decência e da moralidade nos assuntos de Estado, os seus comentários eram os de um verdadeiro Provedor informal. O povo ouvia-o e tinha confiança nele. Duas qualidades simples. Mas excepcionalmente difíceis.
António Barreto
Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos
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José Luís Saldanha Sanches,
relógio d´Água ed
1514 . Justiça Fiscal
J. L. Saldanha Sanches
Fundação F M dos Santos
ed. 2010
O Estado contemporâneo alimenta-se de impostos pagos pelas empresas e pelos cidadãos. Neste ensaio sobre justiça fiscal pretende-se reflectir sobre o eterno problema da repartição da carga tributária entre os contribuintes: tributar mais os rendimentos ou mais o consumo? Conceder benefícios fiscais? A quem?
A questão da justiça fiscal é também o problema da despesa pública descontrolada e do efeito no aumento dos impostos gerado por fenómenos como a corrupção e a fraude fiscal, que crescem com apoio em leis complexas, tribunais formalistas e sigilo bancário encobridor.
Contracapa do livro
Fundação F M dos Santos
ed. 2010
O Estado contemporâneo alimenta-se de impostos pagos pelas empresas e pelos cidadãos. Neste ensaio sobre justiça fiscal pretende-se reflectir sobre o eterno problema da repartição da carga tributária entre os contribuintes: tributar mais os rendimentos ou mais o consumo? Conceder benefícios fiscais? A quem?
A questão da justiça fiscal é também o problema da despesa pública descontrolada e do efeito no aumento dos impostos gerado por fenómenos como a corrupção e a fraude fiscal, que crescem com apoio em leis complexas, tribunais formalistas e sigilo bancário encobridor.
Contracapa do livro
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Justiça Fiscal,
relógio d´Água ed
1512 - Domingos Sequeira - pintores portugueses
Hugo Xavier
livro 4
colecção pintores portugueses
"Pintor de transição do século XVIII para o século XIX, do Neoclassicismo para o Romantismo, Domingos António de Sequeira procura ser dado a conhecer ao longo do presente volume. Através dele reconstitui-se um interessante percurso de vida, analisa-se uma obra reveladora de novos valores em ascenção e as opções estéticas, políticas e religiosas de um artista singular e assumidamente do seu tempo.
O clima de constante tensão em que viveu e que o levou muitas vezes a comportamentos contraditórios reflecte-se no seu trabalho e explica a sua predilecção por alegorias de cariz político e composições religiosas, numa permanente aspiração a um mundo melhor.
O percurso de Sequeira é igualmente assinalado pela sua faceta de retratista, de pintor de história e de notável desenhador em projectos vários, manifestando grande versatilidade.
Para além destes aspectos centrais da carreira do artista, há a salientar a sua fase final, onde se destacou por revelar surpreendentes e fantasmáticos dotes de colorista."
livro 4
colecção pintores portugueses
"Pintor de transição do século XVIII para o século XIX, do Neoclassicismo para o Romantismo, Domingos António de Sequeira procura ser dado a conhecer ao longo do presente volume. Através dele reconstitui-se um interessante percurso de vida, analisa-se uma obra reveladora de novos valores em ascenção e as opções estéticas, políticas e religiosas de um artista singular e assumidamente do seu tempo.
O clima de constante tensão em que viveu e que o levou muitas vezes a comportamentos contraditórios reflecte-se no seu trabalho e explica a sua predilecção por alegorias de cariz político e composições religiosas, numa permanente aspiração a um mundo melhor.
O percurso de Sequeira é igualmente assinalado pela sua faceta de retratista, de pintor de história e de notável desenhador em projectos vários, manifestando grande versatilidade.
Para além destes aspectos centrais da carreira do artista, há a salientar a sua fase final, onde se destacou por revelar surpreendentes e fantasmáticos dotes de colorista."
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pintura
1511 - Livro
José Luís Peixoto
Quetzal - 2010
«Não têm conta as vezes que me disseram: Livro, posso ler-te?
Rio-me dessa gracinha com o umbigo.»
Quetzal - 2010
«Não têm conta as vezes que me disseram: Livro, posso ler-te?
Rio-me dessa gracinha com o umbigo.»
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José Luís Peixoto
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