28/10/2010

1525 - Aurélia de Sousa (Pintores Portugueses)


Nº 8 da colecção
Pintores Portugueses
Ed. Quidnovi - 2010
Texto: Adelaide Duarte

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20/10/2010

1523 - Semanário "Região de Leiria" - nº 3839 - 15OUT2010

Novo Design - 1º exemplar da nova série

Pág. 56
Villa Portela
Os segredos da família Charters d´Azevedo
-
Última página
O poder de Sócrates está na comunicação
António José Laranjeira

1524 - António Carneiro -pintor séc.XIX-XX


Livro nº 7
Col. Pintores Portugueses
Ed. QUIDNOVI - 2010
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1520 - A República das Artes

Literatura + CD ALFREDO KEIL

Centenário da República 1910-2010

Literatura
Entre JUNQUEIRO e PESSOA
Fernando Pinto do Amaral
-
As Músicas da República I
A herança musical da Monarquia Constitucional
Rui Vieira Nery
-
CD ALFREDO KEIL

Ana Ferraz
soprano

Gabriela Canavilhas
piano

16/10/2010

1521 - LEIRIA - Roteiros Republicanos

Acácio de Sousa
 Ed. QUIDNOVI - 2010
Centenário da República 1910-2010

Se a clivagem entre monárquicos e republicanos era, a nível da imprensa, aparentemente insanável, também os próprios monárquicos se combatiam.
Na cidade as acusações não passavam da "guerra da caneta", mas nos arredores tornavam-se usuais os distúrbios motivados por vinganças entre os diferentes caciques locais, sobretudo nas feiras ou em festas de arraial, digladiando-se O Leiriense e O Districto de Leiria nas acusações das causas dos motins e da sua repressão, sendo comum que tanto dirigentes monárquicos oposicionistas, como republicanos se envolvessem entre si e todos contra as forças do poder.

11/10/2010

1519 - Antologia de Autores Portugueses

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Livro comprado na Feira das Velharias - Leiria, em 9 Out 2010 - 7,50€

Pertenceu à aluna que se identifica como
Maria Luisa Portugal e Castro d´Orey
Nº 750  3º ano A

Ed. Livraria Popular de Francisco Franco
Anos 60 séc. XX

Termina com Bernardo Santareno

1518 - Líricas Portuguesas - 2ª Série

Selecção, prefácio e notas de
CABRAL DO NASCIMENTO
3ª Ed.
Portugália Editora 1967
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1517 - III ANTOLOGIA de poetas lusófonos

Ed. Folheto 2010

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1516 - Henrique Pisão - Pintores Portugueses

Autor: Carlos Silveira
col. Pintores Portugueses - nº 5
Público
Ed. QUIDNOVI 2010

02/10/2010

1515 - A Casa, a Escuridão

José Luís Peixoto
Poesia


este livro. passa um dedo pela página, sente o papel
como se sentisses a pele no meu corpo, o meu rosto.

1513 - J.L. Saldanha Sanches

Saldanha Sanches (1944-2010)

Lembrar José Luís Saldanha Sanches


A Fundação Francisco Manuel dos Santos tem honra em patrocinar uma simples homenagem à memória do Professor José Luís Saldanha Sanches. Faço-o também a título pessoal, pois conheci-o recentemente e ainda tivemos tempo de fazer amizade. O seu último livro foi-lhe pedido pela Fundação. Cumpriu, literalmente até ao fim, a sua palavra.
Nos últimos anos de vida, era cada vez mais frequente e desejada a sua presença no espaço público e, designadamente na televisão, na rádio e na imprensa escrita. Atento às questões da decência e da moralidade nos assuntos de Estado, os seus comentários eram os de um verdadeiro Provedor informal. O povo ouvia-o e tinha confiança nele. Duas qualidades simples. Mas excepcionalmente difíceis.


António Barreto
Presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos 

1514 . Justiça Fiscal

J. L. Saldanha Sanches
Fundação F M dos Santos
ed. 2010

O Estado contemporâneo alimenta-se de impostos pagos pelas empresas e pelos cidadãos. Neste ensaio sobre justiça fiscal pretende-se reflectir sobre o eterno problema da repartição da carga tributária entre os contribuintes: tributar mais os rendimentos ou mais o consumo? Conceder benefícios fiscais? A quem?


A questão da justiça fiscal é também o problema da despesa pública descontrolada e do efeito no aumento dos impostos gerado por fenómenos como a corrupção e a fraude fiscal, que crescem com apoio em leis complexas, tribunais formalistas e sigilo bancário encobridor.


Contracapa do livro

1512 - Domingos Sequeira - pintores portugueses

Hugo Xavier
livro 4

colecção pintores portugueses

"Pintor de transição do século XVIII para o século XIX, do Neoclassicismo para o Romantismo, Domingos António de Sequeira procura ser dado a conhecer ao longo do presente volume. Através dele reconstitui-se um interessante percurso de vida, analisa-se uma obra reveladora de novos valores em ascenção e as opções estéticas, políticas e religiosas de um artista singular e assumidamente do seu tempo.
O clima de constante tensão em que viveu e que o levou muitas vezes a comportamentos contraditórios reflecte-se no seu trabalho e explica a sua predilecção por alegorias de cariz político e composições religiosas, numa permanente aspiração a um mundo melhor. 
O percurso de Sequeira é igualmente assinalado pela sua faceta de retratista, de pintor de história e de notável desenhador em projectos vários, manifestando grande versatilidade.
Para além destes aspectos centrais da carreira do artista, há a salientar a sua fase final, onde se destacou por revelar surpreendentes e fantasmáticos dotes de colorista."

1511 - Livro

José Luís Peixoto
Quetzal - 2010

«Não têm conta as vezes que me disseram: Livro, posso ler-te?
Rio-me dessa gracinha com o umbigo.»

25/09/2010

1510 - Soneto já Antigo e outros Poemas

Álvaro de Campos
Ed. Ática
ed. 2009

Coitado do Álvaro de Campos!
Tão isolado na vida! Tão deprimido nas sensações!
Coitado dele, enfiado na poltrona da sua melancolia!
Coitado dele, que com lágrimas (autênticas) nos olhos,
Deu hoje, num gesto largo, liberal e moscovita,
Tudo quanto tinha, na algibeira em que tinha pouco, àquele
Pobre que não era pobre, que tinha olhos tristes por profissão.
Coitado do Álvaro Campos, com quem ninguém se importa!
Coitado dele que tem tanta pena de si mesmo!

1509 - Josefa de Óbidos

Col. pintores portugueses
Ed. Público
Autor: Carla Alferes Pinto
Ed. Quidnova/Público

A pintura, tal como outros aspectos da vida, passa por modas.
Em determinadas épocas valoriza-se um autor, um género ou uma técnica que depois caem em desuso. A pintura de Josefa de Óbidos tem sobrevivido incólume a esses obstáculos.
(...)

Texto de Carla Alferes Pinto


Josefa de Ayala Cabrera
Século XVIII

1508 - Almanaque 1945 "O SECULO"

Almanaque de "O Seculo"  1945

14/09/2010

1507 - Grão Vasco - col. Pintores Portugueses

Sofia Lapa

2º de uma colecção de 15 livros "Público"
Percurso e Obra dos Grandes Nomes da Pintura Portuguesa

Grão Vasco
Um pintor português do Renascimento

Século XVI

1506 - Nuno Gonçalves col. Pintores Portugueses

Pedro Flor
Pintor Régio de D. Afonso V

Instituto de História da Arte

-
Desde 1910 com a publicação de Nuno Gonçalves por José de Figueiredo, muitos têm sido os autores que escreveram sobre este importante pintor régio de D. Afonso V.

1º de uma série de 15 livros de uma colecção "Público" «Pintores Portugueses»

11/09/2010

1505 - Barreira e a sua História

António Borges da Cunha
II Volume
ed. Folheto
ed. 2010

1503 - Júlio Dantas - Uma Vida, Uma Obra, Uma Época

1503
autor:
Luís de Oliveira Guimarães
Ed. Romano Torres
31 de Maio de 1963

Um trabalho biográfico sob a vista de um admirador de Júlio Dantas, desde criança.
Leu na A Capital, todos os folhetins de Júlio Dantas e e foi através do presidente da direcção da Casa do Algarve que em Maio de 1952, o autor deste livro foi o orador duma sessão comemorativa por alturas duma homenagem a Júlio Dantas.

1504 - TERRA LUSA

1504
TERRA LUSA
Livro de Leitura para o 1º ciclo liceal
6ª edição
Rodrigo Fernandes Fontinha

Ed. Domingos Barreira - Porto

Comprado num Alfarrabista em Monte Gordo em Junho de 2010 por 1 Euro.

Pertenceu a
Maria Quitéria da Silva Rego
Aluna nº 87 do 1º ano
Colégio Luso-Britânico de Elvas
Tem a data de 19 de Outubro de 1949
Raúl Brandão
Alberto Pereira de Almeida

Poemas de
Afonso Lopes Vieira
João de Deus
António de Azevedo Castelo Branco
Augusto Gil (Luar de Janeiro p. 142)
Alexandre Herculano (Lendas e Narrativas)
Vilhena Barbosa (as Cidades e Vilas da Monarquia Portuguesa que têm brasão de armas - p. 161-163)
António Nobre
textos
Guilherme Gama
Emília de Sousa Costa
Venceslau de Morais

06/09/2010

1502 - MAR - Antologia

Sophia de Mello Breyner Andresen
7ª Edição
Poesia
Selecção e Organização de
MARIA ANDRESEN DE SOUSA TAVARES
-
ed. CAMINHO
-

Tem um Posfácio escrito por Fernando de Sousa Tavares, em 1994(??

05/09/2010

1501 - DOZE NAUS

MANUEL ALEGRE
Publicações Dom Quixote
2007

Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus 2008
-
"
O poema vai e vem. E se demora
não quer dizer que seja demorado
mas que tem como tudo a sua hora
e como tudo é sempre inesperado.
(...)"

1500 - O HOMEM DO PAÍS AZUL

Manuel Alegre
Contos
-
6ª edição -
2008
-
"Ninguém sabia ao certo quem ele era nem de onde tinha vindo. É de Aqui, diziam uns. De Acolá, diziam outros. Por vezes  alguém insinuava: talvez tenha vindo do Além. Ele, porém, sorria. Em certas noites de festa, dizia displicente:
- Sou de um país azul."
(...)

1499 . Os Cus de Judas

António Lobo Antunes
27ª edição
-
Romance
1ª ed. em 1979

2º Romance escrito por Lobo Antunes.
Começa assim:
Do que eu gostava mais no Jardim Zoológico era do rinque de patinagem sob as árvores e do professor preto muito direito a deslizar para trás no cimento em elipses vagarosas sem mover um músculo sequer, rodeado de meninas de saias curtas e botas brancas, que, se falassem, possuíam seguramente vozes tão de gaze como as que nos aeroportos anunciam a partida dos aviões, sílabas de algodão que se dissolvem nos ouvidos à maneira de fios de rebuçado na concha da língua.
(...)

30/08/2010

1498 - O Ano de 1993

José Saramago
Prémio Nobel

3ª Edição - 2007
Ed. Caminho

«...porque screvendo homem do que nom he certo, ou contara mais curto do que foi, ou fallara mais largo do que deve; mas mentira em este volume, he muito afastada da nossa voomtade.»

FERNÃO LOPES

1497 - Provavelmente Alegria

José Saramago
Poesia
5ª edição - 1999
Ed. Caminho


«Cada um de nós é por enquanto a vida.
Isso nos baste.»


1496 - Materiais para construção de um espanador de tristezas

Ondjaki
 Materiais para construção de um espanador de tristezas

2ª edição - 2010
Ed. Caminho

Poesia

«tinha aprendido que era muito importante
criar desobjectos.
certa tarde, envolto em tristezas, quis recu-
sar o cinzento, não munido de nenhum
artefacto alegre, inventei um espanador de
tristezas.
era de difícil manejo - mas funcionava»

ondjaki
julho/2002

-
Odjaki nasceu em Luanda, em 1977. Prosador.
Às vezes poeta. Co-realizou o filme sobre Luanda (Oxalá Cresçam Pitangas, 2006). É membro da União dos Escritores Angolanos. Está traduzido em francês, espanhol, italiano, alemão e chinês.
Recebeu o Grinzane for Africa 2008 pelo conjunto da sua obra.

27/08/2010

1495 - POmbal Medieval e Quinhentista - Documentos da sua História

Prof. Dr. Saul António Gomes

A fundação

Foi a partir de Coimbra, Montemor-o-Velho e de Soure que, na primeira metade do século XII, se intensificou a ocupação organizada do espaço pombalense e a fundação, confiada aos cavaleiros da Ordem do Templo de Salomão de Jerusalém, do castelo desta vila.


(...)


Introdução

1494 - Uma Gata, um Homem e Duas Mulheres

Junichiro Tanizaki

um dos mais importantes escritores japoneses de sempre, nasceu em Tóquio, onde a sua família era proprietária de uma tipografia.
Estudou literatura japonesa na Universidade Imperial de Tóquio.



Trad
Telma Costa
ed. teorema

1493 - Blues de um gato velho

de
Óscar Málaga Gallegos
nasceu em Lima, em 1946. Aos dois anos e meio aprendeu a ler, e a partir daí passou a devorar todo o material escrito que encontra pela frente. Estudou Letras na UNiversidade Nacional de San Marcos,
...

O extremo lirismo e profunda sensualidade de um amor que anula todas as fronteiras culturais.

Trad
Jorge Fallorca
Ed. teorema


Escrevi este livro porque compreendi que a palavra é água sagrada, rio inexplicável, o único que sulcam os anjos que esperam reunir-se no Egipto.

24/08/2010

1481 - CONVENTO DE S. FRANCISCO DE LEIRIA - ESTUDO MONOGRÁFICO

LUÍS URBANO AFONSO
É natural de Monte Real, concelho de Leiria, onde nasceu em Dezembro de 1972. Licenciado em História da Arte (1995) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
-

Em 1993 descobria-se, no interior da Igreja de S. Francisco de Leiria, um conjunto de pintura mural cuja importância não deixou margem, desde logo, para quaisquer dúvidas. O estudo pormenorizado e o mais aprofundado possível destas pinturas murais revela-se, pois, tarefa urgente e imprescindível. Na verdade, era por demais evidente que a importância do achado da igreja leiriense de S. Francisco transcendia o episódio da descoberta, para se tornar num fenómeno cuja compreensão permitiria eventualmente reequacionar toda uma problemática histórica de vasto alcance e assim também entender melhor, quer a pintura do final da Idade Média quer esquemas mentais e vivências sociais desta época.
Apesar de raros, há ainda momentos únicos na história das coisas e na vida das pessoas. Tal sucedeu com a descoberta de um conjunto pictórico com as dimensões e a importância do da Igreja de S. Francisco de Leiria, que permitiu a Luís Afonso, no início da sua carreira de investigador, dispor de um objecto de estudo absolutamente original, tarefa que conduziu com saber e rigor, apresentando-nos um trabalho de grande valia no panorama da historiografia artística em Portugal.
José Custódio Vieira da Silva

22/08/2010

1488-1492 - Jornais e Revistas

Ver arquivo
JORNAIS
AA0610

1488
Jornal de Leiria
Ano XXV - Nº 1362
cartoon "Capela das Chãs"
Herança de Lúcio Tomé Féteira - Uma entrevista de Damião Leonel, jornalista do JL, talvez a última que foi feita a Tomé Feteira, Agosto de 2000? pág. 6
Requalificação da Praia do Pedrógão
-
1489
Jornal de Leiria Ano XXV - 1358
pág. 2 - A propósito da velha capela das Chãs
Moisés Espírito Santo
Sociólogo, docente do Ensino Superior
-
1490
jornal "Público" 23JUL2010 - ano xxI - 7414
Manuel Alegre em entrevista
Já aqui se falava no "frangueiro" do Roberto, guarda-redes que o SL Benfica contratou recentemente por 9.500 Milhões de Euros.
-
1491
Revista 17 da Fundação Jorge Álvares - jan 2010
A propósito duma conferência no Banco de Portugal - leiria a propósito do Teatro das sombras inventado pelos Chineses.
-
1492
Suplemento "Cidades" do jornal "Público" de 22 de Agosto de 2010"
A triste agonia das casas com histórias para contar

20/08/2010

1487 - O Ensino do Português

Maria do Carmo Vieira
Ed. 2010
Fundação Francisco Manuel dos Santos

Em O Ensino do Português salienta-se a existência de uma certa pedagogia encarada como inovadora, mas que, na verdade, se baseia na aplicação de teorias da educação ultrapassadas. Instalada oficialmente no Ensino, desde 2003, reflectiu-se nos curricula, fomentando de forma leviana a rivalidade entre «velho» (o que não é bem-vindo e não tem carácter lúdico) e «novo» (o que é privilegiado por ser recreativo), com a consequente alteração de vocabulário e de valores que caracterizam a «mudança» instituída e a validam acriticamente como certa.
(...)


col. "Ensaios da Fundação"

Ler dos seus intentos no nº 1485

1486 - Portugal: os Números

Maria João Valente Rosa
Paulo Chitas

ed. 2010
Fundação Fundação Francisco Manuel dos Santos

Uma viagem que conta os rápidos avanços que o País efectuou desde 1960 mas que também não esquece bloqueios e obstáculos ao progresso social que persistem e que são motivo de incomodidade.


Ler dos desígnios desta colecção no nº anterior

1485 - Economia Portuguesa, as últimas décadas

Luciano Amaral
Ed. Fundação Francisco Manuel dos Santos
2010

Depois de um longo período de optimismo entre 1986 e 2000, o pessimismo sobre a economia portuguesa está de regresso. Há razões para isso: nos últimos dez anos, em comparação com os países mais ricos, perdemos um terço do caminho que havíamos recuperado até ao ano 2000.
Continuamos em plena década perdida.
(...)

Col. Ensaios da Fundação

"Na selecção de temas a tratar, a colecção Ensaios da Fundação obedece aos princípios estatutários da Fundação Francisco Manuel dos Santos: conhecer Portugal, pensar o país e contribuir para a identificação e resolução dos problemas nacionais, assim como promover o debate público. O principal desígnio desta colecção resume-se em duas palavras: pensar livremente."

16/08/2010

1482 - NESTA DOCE LÍNGUA DE CAMÕES E DE AQUILINO

1482
Fernando Paulo do Carmo Baptista
Prof. Dr. em Filologia Clássica pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
Nasceu em Viseu, em 6 de Abril de 1940
Ed. Câmara Municipal de Sernancelhe
2010

Dia 6 de Maio de 2011 
- Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu - 21horas
Reunião- Tertúlia para formação da Associação de Defesa da Língua Portuguesa

Segundo escreve o Autor, "Por amor se move tudo!..."
ENQUANTO HOUVER UM POETA DE LÍNGUA PORTUGUESA À SUPERFÍCIE DA TERRA E À LUZ DO SOL, JAMAIS FACA DE MORTE ALGUMA CONSEGUIRÁ CORTAR A ENERGIA FOTO-VOLTAICA QUE RESOLVE, DESDE A FUNDURA DOS ÉTIMOS, A «ALMA DAS PALAVRAS» E AS ENTRANHAS SUBLIMINAIS DA NOSSA MADRE LÍNGUA, OU MATAR A «COITA DE AMOR MORTAL» QUE ALIMENTA E PERPETUA ESSA LOUCA, INCANDESCENTE E PROMETEICA PAIXÃO DO FOGO CRIADOR!... 
(...)
In "palavras proemiais do Autor, em registo «autobiográfico»


Fernando Paulo do Carmo Baptista, filho de João Lopes Baptista e de Rosa Sousa do Carmo, nasceu em Viseu, em 6 de Abril de 1940, mas, por força da recorrente itinerância que marcou o desempenho de funções de seu Pai, cabo da então Junta Autónoma de Estradas (JAE), saiu de Viseu aos dois anos de idade e foi residir para Vila Nova de Paiva (situada em pleno coração das aquilianas «Terras do Demo», em cuja escola iniciou a sua alfabetização.

12/08/2010

1484 - A casa pátio e a sua evolução no Mediterrâneo

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA
Faculdade de arquitectura e Artes


A CASA PÁTIO E A SUA EVOLUÇÃO NO MEDITERRÂNEO
Dos Tempos Antigos à expressão da sua essência nos Claustros

Ana Sofia Gomes Gouveia
Dissertação para obtenção do Grau de Mestre
Lisboa 2010

1483 - Gatos e mais Gatos

Autor
Doris Lessing
Tradução
Maria Isabel Barreno
Desenhos
Luís Manuel Gaspar

gatos selvagens, bravos, indesejados, gatos sarnentos e zarolhos e estropiados e aleijados, gatos criaturas da noite, gatos amigos da escuridão, gatos nas quintas, gatos nas ruas, gatos nos muros, gatos na memória, como aquela doce e ronronante criatura cinzento azulado que para mim era o gato, o gato, insubstituível.
...

13/06/2010

1480 - Leiria ao encontro do Castelo

Cantos, Recantos e Encantos

Fotografia de Adélio Amaro

Interessantíssimo Prefácio do Mestre Canteiro/Arquitecto Fernando Marques


1479 - A Comuna Judaica de Leiria - das origens à expulsão

SAUL ANTÓNIO GOMES

(Introdução ao seu estudo histórico e documental)

Lisboa, Cátedra de Estudos Sefarditas «Alberto Benveniste»
da Universidade de Lisboa, 2010

Edição:
Campo da Comunicação, 2010
Av. de Berna, nº 11-3º
1050-036 Lisboa

06/06/2010

1478 - "Eram os anos 80" da Cinemateca

Suplemento ípsilon do Público de 4 jun 2010

James Wood
O grande cirurgião da literatura
pág, 24
-
Pedro Almodôvar
anos 80  modo de usar
pag 7
-
Carlos do Carmo, 100 canções - uma vida.
colecção inédita de 10 livros+ CD
Os poetas deram-lhe as palavras.
Ele deu-lhes a voz.

pag 23

---
jornais
AA0610-2

1477 - Bem-vindo ao maior centro comercial de Leiria

Suplemento do Semanário "Região de Leiria" nr 3820 ANO LXXIV de 4 de Junho de 2010

Invoca-se Afonso Lopes Vieira, Miguel Torga, Eça de Queiroz, Francisco Rodrigues Lobo, Acácio de Paiva




BIBL
saco jornaisAA0610

05/06/2010

1476 - Quem escreveu O Couseiro?

Provavelmente, nunca saberemos ao certo quem escreveu o Couseiro ou Memórias do Bispado de Leiria, e o que explanei é somente uma teoria, julgo eu, que espero seja comentada e rebatida, para que possamos aprofundar os nossos conhecimentos sobre este assunto.

O autor

1475 - Combateremos a Sombra - Lídia Jorge

Ed. Dom Quixote
Romance - 2007 - 2ª ed.

Deveríamos rir-nos da fragilidade da memória, ou pelo menos sorrirmos das artimanhas do seu esquecimento. Na verdade, decorridos três anos depois da passagem do Milénio, se nos perguntarem o que sucedeu durante essa noite que então tomámos por memorável, pouco mais do que a figura sideral de um fogo-de-artifício em forma de chuva de estrelas a cair sobre o estuário de um rio nos virá à mente. E no entanto, a vida não se passou bem assim.
No caso concreto refiro-me àquele momento em que Osvaldo Campos começou a subir a Avenida de Santa Pulquéria sob as árvores desgrenhadas do Inverno e o mundo parecia tranquilo. Os pacíficos diriam que um estado de graça tinha baptizado as nuvens escuras e os actos humanos.

In Contra-Capa

24/05/2010

1473 - A lua no teu umbigo (poemas)

Este livro fala-nos sobretudo de paixão. Da paixão completa e absoluta, da voragem centrípeta de dois seres que se procuram para se fundir.
---

José Paulo Vasconcelos

Ed. Esfera do Caos
2010

1472 - Ser mãe (poemas)

Aguarela e desenhos
paulo ossião

selecção de poemas
paula mateus

-
Elas são as Mães, ignorantes da morte mas certas da sua ressurreição.

Eugénio de Andrade

14/05/2010

1471 - O velho que lia romances de amor

Luís Sepúlveda
Porto Editora
3ª ed. 2010

Descrito numa linguagem cristalina e enxuta, as aventuras e emoções do velho Bolívar Proano há muito conquistaram o coração de milhões de leitores em todo o mundo, transformando o romance de Luís Sepúlveda num "clássico" da literatura latino-americana.

In contra-capa 

1470 - A sombra do que formos

Luís Sepúlveda
Ed. Porto Editora
3ª Ed. 2010

Prémio Primavera de Romance 2009

Este romance é um virtuoso exercício literário posto ao serviço de uma história carregada de memórias do exílio, de sonhos desfeitos e de ideais destruídos. Um romance escrito com o coração e o estômago, que comove o leitor, lhe arranca sorrisos e até gargalhadas, levando-o a uma reflexão profunda sobre a vida.

In contra-capa

08/05/2010

1468 - LOUCURA - Mário de Sá-Carneiro

...
-Peço não guardem da sua memória uma náusea, não clamem, desviando os olhos das suas estátuas - «Assassino!» - Lembrem-se: foi um louco. Tenham piedade...muita piedade desse desventurado. - «Era um doido» - proclamaram unanimemente. Os doidos são irresponsáveis, diz o Código...

Ensaio?

1469 - Manucure - Diários

Mário de Sá-Carneiro
Ed. Alma azul
...

Enfim! a salvação! Uma bala! Esperei-a vinte e três horas: ainda não veio; vou ao seu encontro. Talvez não chegasse hoje... Mas eu prefiro morrer a esperá-la por mais tempo. Prefiro tudo, tudo, a este pavor, a este calafrio de medo!...
In Diários

1467 - O MIÚDO QUE PREGAVA PREGOS NUMA TÁBUA

Manuel Alegre
... ...

E agora está aqui (mas ainda será ele?) a ver se consegue escrever um livro, sem saber o quê nem como. Pois que outro livro pode escrever-se? Vida de tantas vidas na tão curta vida.

15/04/2010

1466 - O Canto e a guitarra na década de oiro da Academia de Coimbra (1920-1930)

Afonso de Sousa
2ª edição ilustrada
ed. 1986

A 1ª edição foi subsidiada pela Comissão Municipal de Turismo de Coimbra em 1981

1465 - GIMNÁSTICA DE HUMILDADE

Acácio Leitão

"Meditada e vivida sob a eminência do
chamado «perigo bolchevista», e dirigida
aos ricos em louvor dos pobres."

Conferência no Teatro Nacional Almeida Garrett, em Lisboa, no "Serão" de 11 de Maio de 1931.

29/03/2010

1462 - INVERSOS . poesia 1990-2010

Outros livros de Ana Luísa Amaral:

minha Senhora de Quê, 1990 reed. 1999, Fora do texto, Coimbra
...
etc.  etc. entre os quais livros infantis e Traduções.

1463 - A Luz da Madrugada

Poemas de Fernando Pinto do Amaral, prof. da Universidade de Letras de Lisboa.

1464 - A trança de Inês

Baseado no mito de Pedro e Inês (mais na lenda do que na História), um romance sobre a intemporalidade da paixão, onde se abordam também alguns mistérios da existência.

28/03/2010

1455 - A Vida dum rapaz Pobre

Nº 29 da Colecção Civilização
ed de 1936

Infantis

1457
A onda grande e boa

1460
Amor dos amores
Colecção Civilização

1456 Uma noite na Terra das Fadas

1454 - A dama das Camélias

1451 - A Vizinha do Lado

A fábula desta peça é simples, muito simples. Pois se eu lhes estou dizendo que é portuguesa!
...
Comédia em 4 actos
André Brun

Na introdução André Brun, refere que Acácio Paiva criticou favoravelmente, o que não era hábito nele

1450 . Árvores verdes árvores - teatro

Aqui as árvores falam e quem lhes deu voz, o dramaturgo Jaime Salazar Sampaio, ...

1453 - Poemas da Mentira e da verdade

1353
 Ilustrações de Ana Cristina Inácio

Plano Nacional de Leitura

1452 o beijo de um desconhecido

1452
Magali
Romance

1461 a menina e o cisne

Rosa Lobato de Faria
Llustrações de Rita Antunes

As fadas andam desesperadas
com o desaparecimento de Camila.
Mal sabem elas que a bela e curiosa menina
partiu nas costas do Cisne rumo
à Terra da Primavera!
e que o malvado Bruxo Malacueco
anda por perto...

21/03/2010

1447 - A Varanda do Frangipani

Nessa manhã, eu saí do corpo de Izidine Naíta. Rastreava assim minha própria matéria no mundo, fantasma visível só pela frente. A luz imensa me invadiu assim que me desencorpei do polícia. Primeiro, tudo cintilou em milibrilhos. A claridade, aos poucos, se educou. Olhei o mundo, tudo em volta se inaugurava. E murmurei, com a voz já encharcada:
- É a terra, a minha terra!


Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1985.
8ª edição - 2010

20/03/2010

1446 - Santo Agostinho - Confissões

Livros que mudaram o Mundo

São 20 livros. Obras de ruptura no seu tempo, são ainda fontes essenciais de pesquisa contemporânea.
Nos 20 anos do jornal PÚBLICO, 20 livros que marcaram a história da Humanidade.

1449 - PAI (uma antologia literária)

De Homero a Shakespeare, e muitos outros escritores reunidos nesta antologia dão o seu precioso contributo para a criação daquilo que pode ser genericamente  designado como um "panegírico mundial" à figura ímpar do Pai.

18/02/2010

1445 - DIÁRIO Vols. I a VIII

1445
DIÁRIO Vols. I a VIII
Miguel Torga
Publicações Dom Quixote
2ª Edição (integral) - 1999

1444 - DIÁRIO Vols. IX a XVI

1444
DIÁRIO Vols. IX a XVI
Miguel Torga
Publicações Dom Quixote
2ª edição (integral) - 1999

1443 - Boa Vista, Terra de Futuro e de Tradição

1443
Boavista, Terra de Futuro e de Tradição
Saul António Gomes,
Ed. Junta freguesia Boa Vista - 2009

-

1442 - a Leiria de Miguel Torga

1442
a Leiria de Miguel Torga
GUIA DA CIDADE
Carlos Alberto Silva
Ed. Junta de Freguesia de Leiria - 2010
-

Uma vista retrospectiva do "bairro" de Miguel Torga
Fotografias comparadas do tempo de permanência de Torga em Leiria e a actualidade.

05/02/2010

1431 - Clube dos Pensadores

1431 - Clube dos Pensadores
Joaquim Jorge
Papiro Ed. 2009
-
1432 - A Arte do Ensaio - ensaios sobre a cultura universal
Fernando Savater
Temas e Debates - 2009
-
1433 - A Montanha da Água Lilás
Fábulas para todas as idades
Pepetela
Leya BIIS
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1434 - Poemas
Mário de Sá-Carneiro
Biblioteca editores Independentes - 2007
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1437 - Alma
Manuel Alegre
Romance
Leya, SA - 2008
- "Memórias de infância...Pela voz audaciosa de quem não receia dar-se a conhecer, chegam-nos ecos de um Portugal dividido entre a República e a Monarquia, um país que era, à época, o mundo de uma criança expectante e atenta. De Alma, partiu toda a sua vida."
-
1438 - Citações e Pensamentos de
AGOSTINHO DA SILVA
Org. de Paulo Neves da Silva
casadasletras - 2ª ed. 2009
"O homem não nasceu para trabalhar, nasceu para criar."

05/10/2009

1422 - CARTA ARQUEOLÓGICA DO CONCELHO DE MÊDA

1422
CARTA ARQUEOLÓGICA DO CONCELHO DE MÊDA
António Sá Coixão, Ana Brígida e Paulo Vaz Simão
Ed. Câmara Municipal de Mêda - 2009

Índice:
5 - Prefácio
7 - Introdução
9 - Agradecimentos
11 - A investigação arqueológica ba área do concelho de Mêda através dos tempos
15 - Breve caracterização do concelho de Mêda
25 - Inventário Geral dos sítios arqueológicos
31 - Da Pré-História à História - incursões ao passado das terras de Mêda
71 As Pré e Proto.História (inventário e fichas de sítio)
155 - Da ocupação Romana à Baixa Idade Média (inventário e fichas de sítio)
435 - Arqueologia industrial
465 - Bibliografia

12/09/2009

1408 - Revista LER - Livros & Leitores

Capa:
- José Gil e as razões do desnorte português:"Não fizemos o luto do Salazarismo"
- Os 80 melhores livros da rentré
- Miguel Sousa Tavares: "Estou confortavelmente sentado em cima de um milhão de livros vendidos em Portugal"
- As leituras de viagem  de José Cutileiro e Manuel João Ramos
- Centenário de Malcolm Lowry
- José Eduardo Agualusa: o que pensa Vincius de Chico Buarque

08/09/2009

Alteração de rumo deste projecto

Por manifesta falta de tempo, muito provavelmente, passarei a usar o blogue DISPERSAMENTE... para, num capítulo próprio, continuar neste meu intuito de construir uma base de dados da minha biblioteca pessoal.

Pretendo que essa base de dados fique disponível a quem aqui chegar em busca de eventuais pistas para o estudo de qualquer assunto ou tema.

Esse capítulo do blogue passará a ser identificado como AZ-BIBLIOTECA. O significado das duas iniciais, tanto poderá significar António e Zaida, como de A a Z.
Ou seja, quem, no "dispersamente" consultar por "az-biblioteca" será encaminhado para este blogue e/ou o que está a consultar agora mesmo: http://az-biblioteca.blogspot.com

29/08/2009

Terras do Alto Paiva

1400
Memória histórico-geográfica e etnográfica do concelho de Vila Nova de Paiva
CML 2004

24/05/2009

CARYBÉ - imortal artista plástico

As ilustrações do livro de Jorge Amado, "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá", são da sua autoria.
Este livro, uma história de amor entre o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, foi escrito por Jorge Amado em 1948 para oferecer ao seu filho João Jorge, no seu primeiro aniversário. Em 1978, João Jorge, depois de ter pedido a CARYBÉ que ilustrasse esta encantadora história e com autorização de Jorge Amado, publicou a 1º edição deste livro.
Este livro está traduzido em Russo, Inglês, Francês, Grego, Japonês, Finlandês, Espanhol.
-
A obra a que se refere esta entrada no blogue tem as seguintes características:
Autor: Bruno Furrer
Apresentação na capa: António Celestino
Introdução: Jorge Amado
Textos: Carybé, Lídia Besouchet e José Cláudio da Silva
Pesquisa e Biografia: Gardênea Melo
Ed. Fundação Emílio Odebrecht - 1989
452 páginas
Reprodução de quadros

13/07/2008

1325 - RE CORTES do jornal daí

1325 -
REcortes do Jornal das Cortes - vol 1
Ed. 1997
As Cortes da pré-história à actualidade

07/07/2008

1318 - Leiria no Bilhete Postal Ilustrado

1318 - Alda sales Machado Gonçalves
1319 - ninguém morre duas vezes - Artur Agostinho - ed. Folheto
1320 - O Polícia Sinaleiro em Leiria
1321 - O Massacre da Portela - 200 anos - Invasões francesas
1322 - Roteiro de Ruas da freguesia de Leiria - 4ª edição
1323 - Menina marota - poesia
1324 - Almanaque de Santo Antínio - ed. 1988
1325 - O gato malhado e a andorinha sinhá , Jorge Amado

01/06/2008

O cacto e a rosa

São 22 contos. Entre o cacto e a rosa da vida. Entre os grãos de areia da ampulheta do acontecer e do sentir. O tempo e o infinito. Deus e o mistério. A realidade da ficção e a ficção da realidade. A busca e a inquietude. A memória e a poeira. O silêncio e a luz. A candura e a ilusão. O humor e a liberdade. O ser que há para além do estar. O começar sempre.

Flores silvestres

Guias de campo BLUME

11/05/2008

José Teles de Almeida Paiva - Uma Vida, Uma Época, Uma Cidade

Encadernação dura especial.
Oferta.

ALFREDA OU A QUIMERA

arabescos

PAISAGEM

SÓ O SOL
DE SOL - A - SOL


Poema de vieira calado
Junho - 1978

transparências

transparências
vieira calado
ajea edições
poesia
1302